- Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger recusaram o papel principal em Duro de Matar nos anos 80, abrindo caminho para Bruce Willis.
- O filme, baseado no romance Nothing Lasts Forever, teve início com a ideia de Frank Sinatra interpretar o detetive Joe Leland.
- Sinatra estrelou Crime Sem Perdão, de 1968, que é a adaptação do livro. Nothing Lasts Forever seria a sequência, com cláusula no contrato para ele retornar ao papel.
- Sinatra recusou o papel por causa da idade na época (73 anos), abrindo espaço para o rejuvenescimento do personagem.
- O protagonista acabou sendo o oficial John McClane, papel que Willis recebeu e que tornou o filme icônico.
Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger recusaram este clássico de ação com Bruce Willis nos anos 80, abrindo caminho para que o papel principal fosse de Willis. A história é uma das mais comentadas nos bastidores de filmes de ação, justamente pela chance perdida por nomes de peso antes de chegar ao elenco final.
O filme em questão é Duro de Matar, baseado no romance Nothing Lasts Forever, de Roderick Thorp. Inicialmente, o projeto chamou a atenção de Frank Sinatra, que já estrelara Crime Sem Perdão, de 1968, baseado no mesmo livro.
Segundo relatos, Sinatra chegou a ser oferecido como o detetive Joe Leland, personagem central do livro que inspirou a história de Duro de Matar. No entanto, ele rejeitou a continuação por causa da idade, na época com 73 anos.
Com Sinatra fora, o enredo teve uma reformulação para transformar Joe Leland em um jovem policial. Assim, o papel de protagonista passou a ser o do oficial John McClane, interpretado por Bruce Willis na versão que conseguiu o sucesso definitivo.
Ao longo dos anos, surgiram rumores de que Stallone e Schwarzenegger teriam recusado o filme na época de produção. Ainda assim, o projeto seguiu adiante e acabou consolidando a parceria entre Willis e a direção que levou o título a se tornar icônico no cinema de ação.
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