- O diretor Daniel Goldhaber afirma que o novo Faces da Morte não é remake do filme de 1978, mas uma obra que dialoga com o original e se atualiza para a era da internet.
- Barbie Ferreira vive Margot, moderadora de rede social que se depara com vídeos que parecem recriar assassinatos do filme original; Dacre Montgomery interpreta Arthur, um assassino mascarado.
- O Faces da Morte original ficou famoso por seu formato de falso documentário com cenas encenadas, sendo proibido em diversos países e tornando-se símbolo do cinema mondo.
- A nova versão explora como o conteúdo violento se tornou mais acessível na era digital, com imagens chegando a qualquer celular o tempo todo, segundo o diretor.
- O projeto nasceu em 2019, com roteiro de Isa Mazzei, e conta no elenco com Charli XCX, Josie Totah, Jermaine Fowler e Aaron Holliday.
Novo Faces da Morte não é remake, afirma diretor, enquanto filme dialoga com o original
Em entrevista à People, o diretor Daniel Goldhaber esclareceu que o novo Faces da Morte não funciona como remake do título de 1978. A produção é apresentada como uma leitura do impacto cultural do original, atualizada para a era digital.
Barbie Ferreira interpreta Margot, moderadora de conteúdo de uma rede social que encontra vídeos que parecem recriar assassinatos mostrados no filme clássico. Dacre Montgomery atua como Arthur, um assassino mascarado cuja identidade permanece envolta em mistério.
A produção original, dos anos 1970, ficou famosa pelo formato de falso documentário, exibindo cenas de mortes encenadas que surpreenderam o público por anos. Em vários países houve censura e o filme se tornou icônico dentro do cinema mondo.
Na nova versão, Goldhaber e a roteirista Isa Mazzei exploram como conteúdos violentos migraram para a internet. O filme mistura terror e suspense com uma reflexão sobre o acesso facilitado a imagens de violência via smartphones.
O conceito surgiu em 2019, quando Goldhaber e Mazzei, que já colaboraram em Cam, conectaram o universo do original a temas contemporâneos como redes sociais e monetização de conteúdo violento. Fonte: People.
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