- A cinebiografia Michael estreou nos cinemas brasileiros em 23 de abril; Janet Jackson não aparece no filme, conforme explicou La Toya Jackson.
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- Jaafar Jackson, filho de Jermaine Jackson, fica no papel de Michael; o elenco também tem La Toya interpretada por Jessica Sula, Joe Jackson por Colman Domingo e Katherine Jackson por Nia Long.
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- O diretor Antoine Fuqua destacou a importância de ter a família Jackson envolvida; o espólio investiu no projeto e o filho de Michael, Prince, atuou como produtor executivo.
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- A obra foi dividida em duas partes, com a segunda ainda prevista para abordar o auge da carreira solo de Michael.
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- A produção enfrentou atrasos e questões legais ligadas a um acordo com a ex-acusadora Jordan Chandler; Paris Jackson criticou a representação no filme, chamando de ficção hollywoodiana.
A cinebiografia Michael, sobre o Rei do Pop, estreou nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 23. O longa aborda a vida de Michael Jackson desde a infância até o auge da carreira, com foco no Jackson 5, Off The Wall e Thriller. A obra conta com participação de boa parte da família Jackson, embora Janet Jackson esteja ausente.
Jaafar Jackson, sobrinho de Michael e filho de Jermaine Jackson, vive a interpretação do artista. A atriz Jessica Sula dá vida a La Toya Jackson. Colman Domingo interpreta Joe Jackson e Nia Long, Katherine Jackson. O ator Juliano Valdi é a versão jovem de Michael.
La Toya Jackson confirmou que Janet não autorizou a participação no filme. Ela mencionou à Variety que a irmã foi convidada, recusou educadamente e que a produção respeita a decisão. A equipe do filme ressaltou a importância de ter a família envolvida, ainda que Janet tenha ficado de fora.
Contexto do elenco e posicionamento do diretor
O diretor Antoine Fuqua destacou que a participação da família era essencial para ter fidelidade à história. O espólio de Michael investiu no projeto, e Prince, filho do cantor, atuou como produtor executivo. Fuqua afirmou que respeita a decisão de Janet e que o apoio de Jaafar é o que importa para a narrativa.
A produção confirmou que o material inicial foi dividido em duas partes, com a segunda película prevista para abordar o período de maior ascensão solo de Michael. A decisão de dividir o conteúdo decorre da duração superior a três horas.
Passos recentes de produção e controvérsias
A adaptação começou a ser discutida publicamente em 2019, com Graham King entre os produtores. As filmagens enfrentaram atrasos e controvérsias relacionadas a acusações de abuso infantil envolvendo Michael, que culminaram em um processo legal no início dos anos 2000. Em 1993, houve um acordo financeiro que evoluiu para debates sobre a influência desse tema na cinebiografia.
Relatos indicam que, em 2025, questões legais associadas a acordos com uma ex-acusadora teriam exigido refilmagens. Também se destaca que os herdeiros de Jackson teriam arcado com custos adicionais de reedições, segundo fontes da imprensa especializada.
Paris Jackson, filha de Michael, criticou a representação no filme. Ela apontou que a cinebiografia pode atender a uma parcela de fãs que vive em uma versão fantasiosa da vida do artista. Paris ressaltou que produções dessa natureza misturam ficção e verossimilhança de modo que nem sempre corresponde à realidade.
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