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Michael é uma das piores cinebiografias dos últimos anos, aponta agregador

Apesar das críticas negativas, a cinebiografia faturou cerca de US$ 150 milhões em ingressos nos primeiros dias

Jaafar Jackson como o tio Michael Jackson (1958-2009) em material de divulgação de Michael (2026), cinebiografia do Rei do Pop
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  • O filme Michael (2026), dirigido por Antoine Fuqua, tem Jaafar Jackson, sobrinho de Michael Jackson, como o Rei do Pop.
  • Na Rotten Tomatoes, o filme estreou com 27% de aprovação e soma 34% no balanço geral.
  • Entre cinebiografias recentes, a produção fica atrás de títulos como Um Completo Desconhecido (82%), Better Man (89%) e Oppenheimer (93%).
  • Outras cinebiografias bem avaliadas citadas pelos críticos incluem Reagan (18%), Priscilla (84%) e Ferrari (73%).
  • Despite críticas negativas, Michael deve chegar a US$ 150 milhões em vendas de ingressos nos primeiros dias em cartaz, segundo a Deadline.
  • Trailer da produção também já foi divulgado.

O filme Michael, dirigido por Antoine Fuqua, chegou aos cinemas com Jaafar Jackson no papel de Michael Jackson. A produção, lançada em 2026, já enfrenta críticas negativas entre especialistas.

Segundo a Rotten Tomatoes, o filme acumula 27% de aprovação dos críticos na avaliação inicial, com a soma total dos resultados em 34%. A recepção coloca Michael entre as cinebiografias menos bem avaliadas dos últimos anos.

Entre os títulos citados como comparativo, cinebiografias recentes tiveram índices superiores, como Um Completo Desconhecido (82%), Better Man (89%) e Oppenheimer (93%). Também aparecem Reagan (18%), Priscilla (84%) e Whitney Houston (43%) na lista de referências.

Desempenho de bilheteria

Apesar das críticas, o público tem respondido de forma favorável ao desempenho de bilheteria. De acordo com a Deadline, as vendas de ingressos devem alcançar cerca de US$ 150 milhões nos primeiros dias em cartaz.

A produção retrata a vida do artista pop, com Jaafar Jackson interpretando o cantor, que faleceu em 2009. A equipe de produção não respondeu oficialmente sobre os próximos passos ou expansões da obra.

Contexto crítico

Críticos apontam que a obra não explorou de forma profunda temas relevantes da carreira de Michael Jackson. A recepção gerou debates sobre fidelidade histórica e abordagem biográfica no cinema.

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