- A montagem de Rocky Horror Show retorna a Broadway, no Studio 54, com elenco destacando Luke Evans, Stephanie Hsu, Juliette Lewis e Rachel Dratch.
- A direção é de Sam Pinkleton; a produção traz elementos campy e referências à versão cinematográfica de 1975.
- O elenco enfrenta oscilações de energia, com destaque para Evans no afiado I’m Going Home, apesar de diálogos frios e uma presença teatral pouco firme.
- Dratch brilha como Narradora, interagindo com o público, enquanto Harvey Guillén tem atuação menos clara em Hot Patootie.
- O jornal aponta uma leitura menos coesa da peça e fãs presentes, sugerindo que o espetáculo não consegue oferecer uma experiência suficientemente legível para novos espectadores.
The Rocky Horror Show retorna a Broadway em Studio 54, New York, com um elenco formado por Juliette Lewis, Luke Evans, Rachel Dratch, Stephanie Hsu e Andrew Durand. A direção fica a cargo de Sam Pinkleton. A montagem é uma reinterpretação do musical de 1973, que ganhou fama mundial pelo filme de 1975.
O espetáculo utiliza recursos visuais kitsch e números musicais conhecidos para conduzir a história. Evans interpreta Frank-n-Furter, com Hsu no papel de Janet e Durand como Brad. Dratch atua como Narradora, buscando manter o tom de humor atento aos fãs da obra.
A crítica aponta que o show tem momentos de energia, mas falha em manter o ritmo ao longo do andamento. Desempenhos são elogiados em algumas canções, especialmente I’m Going Home, de Evans, enquanto outras cenas são descritas como menos coesas. A montagem depende de familiaridade prévia do público com o material.
Entre os pontos analisados, a direção de Pinkleton é considerada menos afiada que em trabalhos anteriores, o que contribui para uma sensação de irregularidade. Alguns espectadores, incluindo fãs, parecem ter entendido melhor certas referências, enquanto outros ficaram “perdidos” em partes da encenação.
A produção segue em cartaz no Broadway, mantendo a proposta de reviver o clássico com novos intérpretes. A função exige, segundo críticos, maior clareza na comunicação da narrativa para alcançar novos espectadores, além de satisfazer quem já conhece a obra.
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