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Desafios de O Diabo Veste Prada 2 para preservar a acidez do original

Diabo Veste Prada II atualiza a acidez do original, enfrentando mudanças na moda, cobrança por rentabilidade elevada e elenco mais diverso

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  • Anne Hathaway já disse que uma sequência de O Diabo Veste Prada parecia impensável na época em que o primeiro filme foi lançado, em dois mil e seis.
  • O Diabo Veste Prada 2 chega aos cinemas em 30 de abril de 2026, com orçamento estimado em cerca de 150 milhões de dólares, bem acima do primeiro filme.
  • Diferentemente da obra original, a nova produção conta com vários parceiros comerciais e participação de Anna Wintour na divulgação, além de Simone Ashley como nova assistente de Miranda.
  • A trama acompanha Miranda enfrentando um escândalo de credibilidade, com Andy, já jornalista independente, recrutada para lidar com a situação.
  • As mudanças refletem o mundo da moda atual, que busca mais diversidade, embora a magreza ainda siga em pauta entre as grifes, mantendo o tom ácido e o embate entre personagens.

A continuação de O Diabo Veste Prada chega aos cinemas em 30 de abril de 2026, apresentando uma nova leitura da história. O filme mantém o núcleo do original, mas atualiza o universo da moda para refletir mudanças recentes. O orçamento da produção ficou em torno de 150 milhões de dólares, bem acima dos 35 milhões do longa de 2006.

Entre as novidades, o elenco incorpora novas perspectivas: Simone Ashley assume o papel de atual assistente de Miranda, trazendo diversidade ao elenco. Anne Hathaway aparece como produtora de conteúdo e participa ativamente da divulgação do filme, além de defender ajustes no visual das personagens.

A trama acompanha Miranda Priestly enfrentando um escândalo que pode comprometer sua credibilidade. Andy, agora jornalista independente, é recrutada para ajudar a remediar a situação, mantendo o eixo de poder entre o alto escalão da revista Runway.

As mudanças refletem debates recentes sobre representatividade na moda. A segunda versão evita o maniqueísmo, oferecendo espaço para justificar ações de personagens que antes eram vistos apenas como antagonistas. A produção busca equilíbrio entre ambições profissionais e responsabilidades pessoais.

A presença de marcas e a participação de Anna Wintour, de modo indireto, marcam uma diferença significativa em relação ao primeiro filme, quando grifes evitavam se envolver. A adoção de um tom mais diverso e crítico acompanha o recado de que a indústria precisa evoluir sem perder o apelo comercial.

O Diabo Veste Prada 2 reapresenta a história sem abandonar o espírito satírico que fez sucesso no original. A ideia é manter a acidez da narrativa, ao mesmo tempo conectando-se com o público atual, mais atento a questões de diversidade e ética profissional.

Publicado em VEJA de 24 de abril de 2026, edição nº 2992. Credita-se à reportagem fontes da imprensa e da produção para a versão jornalística aqui apresentada.

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