- Anne Hathaway volta aos holofotes após anos entre filmes independentes e críticas negativas, com lançamentos em alta voltagem: Mother Mary, O Diabo Veste Prada 2 e a Odisseia de Christopher Nolan, além de mais dois filmes previstos neste ano.
- Mother Mary acompanha a história de uma cantora pop torturada; o elenco canta músicas de Charli XCX e FKA twigs, e o filme chegou aos Estados Unidos na última sexta-feira, 24, sem data de estreia confirmada no Brasil.
- Hathaway reprises seu papel como Andy Sachs em O Diabo Veste Prada 2; há também planos para O Diário da Princesa 3, em desenvolvimento.
- Em entrevista ao The New York Times, a atriz afirmou que demorou a se sentir pronta para o mainstream novamente e que ficou mais confiante para lidar com a pressão das redes sociais.
- Ela diz que o ritmo intenso de lançar cinco filmes no ano é insustentável, especialmente por ter filhos pequenos, e que planeja reduzir a intensidade nos próximos anos.
Anne Hathaway volta aos holofotes de forma gradual, após vencer o Oscar, enfrentar críticas nas redes e priorizar cinema independente. Ela surge com novos projetos e uma agenda ampla para 2026, segundo entrevista ao The New York Times.
A atriz está em três lançamentos variados este ano. O destaque inicial é Mother Mary, drama musical estrelado por uma cantora em crise. A produção estreou nos EUA na última sexta (24) e ainda não tem data de estreia no Brasil.
Em seguida, Hathaway retorna ao papel de Andy Sachs em O Diabo Veste Prada 2, anunciando também a volta de grandes títulos. Em julho, ela atua como Penélope em A Odisseia, de Christopher Nolan, com mais dois filmes previstos até o fim do ano.
Retorno aos clássicos e novos projetos
Hathaway comenta que só em 2024 se sentiu pronta para voltar ao foco do público global. Ela diz ter saído de um período de introspecção para encarar a demanda de grandes lançamentos com mais preparo pessoal e artístico.
A artista afirma ter amadurecido para lidar com apoio e críticas online. Segundo ela, houve uma mudança após os 40 anos, quando percebeu que precisava viver a vida como o show, não como ensaio.
Na entrevista, Hathaway explica a relação entre cinema mainstream e projetos autorais. Ela afirma manter o equilíbrio entre papéis icônicos e escolhas indie, para respeitar legados e ainda explorar a atuação de forma criativa.
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