- Hugo Bonemer, 38 anos, é o convidado da coluna GENTE e comenta o trabalho para a montagem de O Talentoso Ripley.
- O ator fala sobre estudos de sociopatia e descreve diferenças entre sociopatas, que têm emoção mas não empatia, e destacam que muitos são funcionais, com traumas.
- Ao explorar o tema, admite que já se envolveu com sociopatas e cita que reconhece sinais em pessoas, sem fazer diagnósticos.
- Relata a busca por um papel em Velhos Bandidos: insistiu com o produtor de elenco Raul Nunes Seixas, acabou participando como bombeiro sem fala e sugeriu o sobrenome “Torres” para o personagem.
- Defende os coadjuvantes com o projeto Coadjuvantes, destacando a importância de carreiras diversas e a cobrança menos intensa para quem não é protagonista.
Hugo Bonemer, 38 anos, é o convidado da edição semanal da coluna GENTE. O ator comenta, em tom informativo, o universo que vem estudando para levar ao palco a montagem de O Talentoso Ripley, adaptação do livro de Patricia Highsmith. A obra é um suspense psicológico que acompanha Tom Ripley, golpista que se apropria da vida de Dickie Greenleaf para viver luxuosamente.
No bate-papo, Bonemer aborda estudos sobre sociopatia humana e revela que tem se aprofundado no tema para compreender personagens ou situações no cinema e no teatro. O ator não se apresenta como diagnóstico, mas aponta que a maior parte das pessoas com traços sociopáticos exibem emoções intensas sem empatia.
Ele também conta sobre a busca por trabalhos no cinema e no teatro, incluindo o filme Velhos Bandidos, onde chegou a recusar papel sem falas apenas para ocupar o set ao lado de veteranos. O relato examplea a persistência na carreira e o interesse em ampliar o alcance de coadjuvantes na indústria audiovisual.
EM DEFESA DOS COADJUVANTES Bonemer apresenta um projeto em desenvolvimento, intitulado Coadjuvantes, para valorizar profissionais que constroem a carreira nessa função. Ele ressalta que protagonismo não é o único caminho e cita trajetórias de artistas que fizeram tanto papéis principais quanto coadjuvantes com destaque.
COBRANÇA DO PAPEL O ator comenta que a cobrança por papéis de protagonista costuma ser maior, mas reforça que trabalhos bem estruturados, mesmo como coadjuvante, ajudam a manter a carreira econômica e criativa. Bonemer salienta que aceitar bons projetos nem sempre depende apenas do tamanho do papel.
Sobre o programa: a coluna GENTE é veiculada semanalmente. O conteúdo fica disponível no canal VEJA+ no YouTube, no Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channel e Roku, bem como na versão podcast no Spotify.
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