- Influenciadora brasileira Jullia Mrtz participou como figurante por um dia nas gravações de O Diabo Veste Prada 2 em Midtown Manhattan, após se inscrever.
- Ela atuou em duas cenas distintas, no Central Park e no Museu da História Natural, onde ocorreu o baile de gala da Runway.
- O dia de filmagens somou quinze horas de trabalho no set, com início ao meio-dia; ela não precisou de caracterização.
- Jullia viu perto do elenco principal, incluindo Meryl Streep, Stanley Tucci e Simone Ashley, especialmente durante o baile.
- O momento mais marcante foi na madrugada, por volta de uma hora, quando mergulhou em um diálogo olho no olho com Meryl Streep; chamou a experiência de surreal.
A influenciadora brasileira Jullia Mrtz foi figurante em O Diabo Veste Prada 2 e descreve a experiência como surreal. A atriz Anne Hathaway atuava como jornalista Andy Sachs durante as gravações em Midtown Manhattan, nos EUA.
Jullia vive em Nova York há quase sete anos e se inscreveu após acompanhar as filmagens de perto. Ela assistiu às cenas, participou do processo de seleção e recebeu a data das gravações pela equipe do filme.
Ela atuou em duas cenas distintas, no Central Park e no Museu de História Natural, onde ocorreu o baile de gala da Runway. Ao todo, ficou 15 horas nas locações, sem necessidade de caracterização para a função.
Bastidores e encontros com o elenco
Durante o baile, a brasileira viu de perto Meryl Streep, Stanley Tucci e Simone Ashley, seguindo orientações para não contactar o elenco. Entre os intervalos, esteve próxima dos protagonistas no interior do museu.
O momento mais marcante ocorreu na madrugada, quando viu Meryl Streep caminhando na direção dela. Segundo Jullia, Streep sorriu e acenou, gerando uma lembrança especial.
A experiência reforçou a percepção sobre a dedicação dos atores e da equipe. Jullia ressaltou a concentração necessária para manter detalhes de cada cena, mesmo em jornadas longas.
Apesar de não ter sido reconhecida no filme, a participante destacou a importância de ter observado os bastidores. Ela conclui que a vivência ajuda a compreender a indústria cinematográfica de forma mais profunda.
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