- Paris Jackson acusa os executores John Branca e John McClain de usar recursos da herança de Michael para atacá-la publicamente e pede uma prestação de contas mais rápida sobre a parte dela.
- Ela afirma ter sido desqualificada na disputa desde o início e relata uma suposta campanha de constrangimento com tom sexista.
- O espólio, avaliado em US$ 789 milhões, é questionado por suposta má gestão; os executores dizem ter transformado dívida em patrimônio multibilionário desde a morte do cantor.
- Paris disse ter recebido cerca de US$ 65 milhões em benefícios e afirma que ainda pode herdar centenas de milhões; não envolve apenas a vida pessoal, mas também a carreira artística.
- Além da disputa judicial, Paris critica a cinebiografia Michael, de Antoine Fuqua, disse ter 0% de envolvimento e não compareceu à estreia; o filme é visto pelo espólio como nova fonte de receita.
Paris Jackson ampliou o embate com os administradores do espólio de Michael Jackson, afirmando que recursos da fortuna são usados para desferir ataques públicos contra ela. A artista busca uma prestação de contas mais célir sobre sua participação na herança.
Nos documentos apresentados à Justiça, Paris acusa John Branca e John McClain, chefes do patrimônio, de promoverem uma campanha de constrangimento. Segundo a defesa, houve tom sexista e retrato da herdeira como imatura, com objetivo de desestimular sua atuação na administração.
A filha de 28 anos sustenta que as objeções à gestão não visam notoriedade nem vantagem de advogados, mas decorrem de uma interferência na vida pessoal e na carreira artística. O processo envolve a avaliação de medidas de transparência financeira.
Disputa sobre a gestão do espólio
A controvérsia ocorre em meio a avaliações sobre uma fortuna estimada em US$ 789 milhões, com críticas à condução financeira e aos pagamentos a advogados ligados a ações envolvendo acusações de abuso sexual contra Michael Jackson, sempre negadas pela família.
Os executores responderam às acusações, afirmando ter transformado um patrimônio endividado em uma estrutura multibilionária desde a morte do artista, em 2009. A defesa aponta que Paris já recebeu cerca de US$ 65 milhões em benefícios e pode herdar centenas de milhões adicionais.
Cinebiografia e reação pública
Paralelamente à disputa, Paris criticou a cinebiografia Michael, dirigida por Antoine Fuqua e com Jaafar Jackson no papel do artista. Ela disse ter tido 0% de envolvimento no filme, ter lido uma versão inicial do roteiro e ter enviado observações não acolhidas.
A artista também não compareceu à estreia, ao contrário de outros familiares que apoiaram a produção. O espólio, por sua vez, vê a cinebiografia como nova fonte de receita e parte de uma estratégia para ampliar a atuação da marca Michael Jackson no mercado.
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