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O Diabo Veste Prada 2 quer virar marco da cultura pop ao captar modismos atuais

Continuação atualiza moda, música e referências do original para mirar um novo marco cultural diante de mudanças na cultura e na mídia

Meryl Streep e Anne Hathaway em cena do filme 'O Diabo Veste Prada 2', de David Frankel
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  • O Diabo Veste Prada 2 estreia no dia 30 de abril e busca ser um novo marco cultural, atualizando looks, música e referências do original.
  • O filme recorre a modismos e musas da década de 2020, com nomes como Lady Gaga, Miley Cyrus e Dua Lipa desfilando no universo da continuação.
  • A proposta é manter a nostalgia, mas criar uma trama própria que reflita mudanças de cultura e mídia nas últimas duas décadas.
  • O elenco mantém figuras-chave do original e aposta em uma segunda fase de ouro para as atrizes, conectando a história a novas fases de carreira.
  • A narrativa ressalta o desgaste do capitalismo aspiracional e a posição de Miranda Priestly e Andy Sachs diante de um mundo mais complexo e turbulento.

O Diabo Veste Prada 2 chega aos cinemas na quinta-feira (30), trazendo uma atualização de looks, música e personagens. O filme de 2026 quer se tornar um marco cultural pop ao captar os modismos contemporâneos, sem perder a essência glamourosa do original.

A sequência reapresenta a atmosfera de Nova York, com Anne Hathaway interpretando Andy Sachs em ritmo acelerado, em meio a símbolos visuais que remetem aos anos 2000. Pesam referências a artistas atuais como Lady Gaga, Miley Cyrus e Dua Lipa, que aparecem como inspirações estéticas no guarda-roupa da narrativa.

Meryl Streep, que integrou o elenco do longa original, comenta, em tom de balanço, que a nova produção aguarda diferentes públicos e destaca a importância de personagens que dialogam com públicos variados, inclusive homens com diferentes identidades. A ideia é revisitar a trama diante de mudanças culturais recentes.

Segundo a produção, o filme não busca apenas nostalgia: ele pretende atualizar a história para refletir as transformações da cultura e da mídia, mantendo o foco na moda, na música e na escrita, enquanto encara o mundo atual com olhar crítico.

A obra também contextualiza o que mudou desde os anos 2000, ao incorporar temas como memes, inteligência artificial, gentrificação e o papel das grandes techs. A narrativa acompanha a evolução do capitalismo aspiracional que moldou a personagem Miranda Priestly e a carreira de Andy Sachs.

O objetivo é apresentar uma visão contemporânea sem abrir mão da força das referências passadas, conectando a saga de 2006 a um momento em que cultura, economia e acesso à informação passam por novos dilemas e desafios.

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