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Val Kilmer volta às telonas com IA generativa; família está tranquila

Val Kilmer volta às telonas com IA generativa; a família apoia, impulsionando debate sobre direitos de imagem e impactos da tecnologia em Hollywood

Val Kilmer e recriado por inteligência artificial para estrelar novo filme
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  • Mercedes Kilmer, filha de Val Kilmer, autorizou o uso de IA generativa para trazer o pai de volta às telas em As Deep as the Grave, filme de ação histórica.
  • Kilmer havia sido escalado próximo ao fim da vida para o projeto, quando a IA já recuperava sua voz após um câncer de garganta; ele faleceu antes do início das filmagens.
  • O filme conta a história de Ann Morris, a primeira arqueóloga da América do Norte, explorando o mundo da população ancestral do Pueblo Navajo na década de 1920; o elenco inclui Abigail Lawrie, Tom Felton, Hanako Footman, Ewen Bremner e Abigail Breslin.
  • O roteirista e diretor Coerte Voorhees afirmou que Kilmer era o ator que desejavam para o papel e que a produção foi estruturada em torno de sua participação, apesar de a saúde dele ter se deteriorado.
  • A discussão sobre IA no cinema segue dividida: há apoio à preservação da propriedade intelectual dos atores e preocupações de trabalhadores com a IA, refletidas em casos e cartas públicas de figuras da indústria.

Val Kilmer retorna às telas com o auxílio de inteligência artificial generativa. A decisão envolve a família do ator falecido e pode inaugurar um precedente na indústria. O filme é As Deep as the Grave, de ação histórica.

Mercedes Kilmer, filha do ator, afirma que a equipe buscou usar IA para recuperar a voz dele, perdida devido a câncer. Kilmer faleceu antes da produção começar, mas a tecnologia foi mantida para uma presença de tela do astro.

A produção envolve Abigal Lawrie, Tom Felton, Hanako Footman, Ewen Bremner e Abigail Breslin. Coerte Voorhees, roteirista e diretor, disse que o projeto nasceu para Val e ele queria seu nome ligado à história

A controvérsia

A escolha gerou debates sobre IA na indústria. Em 2023, houve resistência a atores criados digitalmente, com críticas a narrativas que privilegiam IA em detrimento de artistas reais.

Entre as vozes, Eline Van der Velden apresentou uma atriz gerada por IA e Bettty Gilpin reagiu com uma carta aberta. A discussão envolve direitos de propriedade intelectual e licenciamento proativo.

Mercado, direitos e ética

Especialistas divergem sobre o impacto da IA. De um lado, defensores veem ganho de eficiência em efeitos e licenciamento; de outro, temem perda de empregos e produção padronizada.

A filha de Kilmer destaca que a indústria precisa estruturar regras claras de uso de IA para preservar direitos de intérpretes, evitando extrapolar limites.

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