- Episódio 5 da temporada final de The Boys, disponível na Prime Video, faz piadas com a Sony Pictures e com fracassos de bilheteria.
- Na trama, Sr. Maratona, ex-membro dos Sete, mostra pôsteres de filmes seus que tiveram grande orçamento, mas arrecadaram pouco, incluindo US$ 35 milhões de bilheteria com orçamento de US$ 200 milhões.
- A cena sugere que os filmes do Sr. Maratona são produzidos por uma empresa que não pode usar nem mencionar os heróis da Vought, fazendo referência ao universo do Homem-Aranha da Sony.
- A brincadeira cita fracassos como Madame Teia, que teve orçamento de US$ 100 milhões e arrecadação global abaixo do esperado, e Kraven, o Caçador, que faturou apenas US$ 62 milhões mundialmente.
- A Sony, que produz televisão por meio da Sony Pictures Television, planeja reboot do seu universo de heróis, segundo o CEO Tom Rothman, ainda sem data ou projetos anunciados.
Pelo sexto episódio da temporada final da série The Boys, disponível na Prime Video em 29 de abril de 2026, o roteiro faz críticas ácidas ao mundo do cinema e cita diretamente a Sony Pictures. A trama introduz o personagem Sr. Maratona, interpretado por Jared Padalecki, ex-membro dos Sete que, após deixar a Vought, segue produzindo filmes ainda que com fracassos de bilheteria.
Na cena em que recebe Soldier Boy e o Capitão Pátria, o protagonista exibe pôsteres de obras das quais participou, com referências a Madame Teia, Kraven, o Caçador e animações do Aranhaverso. O diálogo revela que os filmes dele renderam apenas cifras modestas diante de orçamentos elevados.
O roteiro aponta que o orçamento do filme citado pelo Sr. Maratona foi de US$ 200 milhões, enquanto a bilheteria ficou aquém do esperado, destacando o insucesso de Madame Teia. A piada também sugere que a Sony Pictures TV não pode usar heróis da Vought, reforçando a aliança entre a produção da série e a empresa.
Repercussões e contexto
Entre as obras citadas, Madame Teia teve orçamento estimado em US$ 100 milhões com arrecadação global baixa, e Kraven, o Caçador, teve retorno global de US$ 62 milhões. A cena insinua mudanças estratégicas na Sony para evitar novos fracassos de bilheteria.
Apesar dos tropeços, a Sony também registra acertos recentes, como a trilogia de Venom e as animações do Aranhaverso, que tiveram boa recepção do público e retorno financeiro. O diretor executivo Tom Rothman já sinalizou um reboot do universo do Homem-Aranha.
Ainda não há data ou projetos anunciados para esse reboot. A Sony Pictures deve avançar com planejamento mais cuidadoso para reposicionar seus filmes de super-heróis, sem pressões de lançamentos.
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