- A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas atualizou as diretrizes do Oscar, publicada nesta sexta-feira, 1º de maio.
- A nova regra determina que atores criados por inteligência artificial não são elegíveis às categorias de atuação.
- Apenas performances creditadas nos créditos legais do filme e comprovadamente realizadas por humanos com consentimento serão aceitas.
- A medida pretende impedir inscrições de artistas criados com IA, citando casos que envolvem revivificação digital de atores falecidos para sequências, como o exemplo de Val Kilmer em Top Gun.
- Além disso, apenas roteiros escritos por humanos serão elegíveis; a Academia pode solicitar mais informações sobre o uso de IA nas produções.
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas publicou nesta sexta-feira, 1º de maio, novas diretrizes do Oscar. A entidade informou que atores criados por inteligência artificial não são elegíveis para concorrer ao prêmio mais importante de Hollywood. A mudança passa a vigorar nas obras inscritas para categorias de atuação e é aplicada de forma retroativa às regras atuais.
Conforme o texto publicado, apenas performances creditadas nos créditos legais de um filme e comprovadamente realizadas por humanos com consentimento serão aceitas. A decisão busca impedir a participação de artistas gerados por IA nas disputas da premiação.
A Academia também destacou que apenas roteiros escritos por humanos poderão concorrer nesta categoria. Além disso, a instituição poderá solicitar informações adicionais sobre o uso de ferramentas de IA em produções cinematográficas.
Novas diretrizes e impactos
- A atualização envolve o uso de IA em produções inscritas, incluindo casos de devidas ditas recriações de atores falecidos, como o alegado uso de tecnologia para reviver Val Kilmer em uma sequência de Top Gun, o que motivou a adoção de regras mais rígidas.
- A entidade sinalizou que poderá exigir comprovação maior sobre o emprego de IA em roteiros e performances, buscando transparência ao longo do processo de inscrição.
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