- Em Euphoria, Jules atua como sugar baby para custear a faculdade e se envolve com diferentes fetiches, incluindo a mumificação.
- Na cena do episódio exibido no último domingo, Jules é envolvida do pescoço aos pés em filme plástico, com a respiração pela boca, sob observação de Elis, cirurgião plástico.
- A mumificação é uma prática de bondage dentro do BDSM, em que o corpo é restrito com materiais, e é considerada extrema; exige conhecimento e cuidados para segurança.
- Especialista destaca que a prática envolve risco físico (asfixia, superaquecimento) e psicológico, exigindo negociação prévia, consentimento e sinais de segurança, como palavras de segurança.
- A representação em séries pode ampliar o vocabulário sobre sexualidade, mas nem sempre mostra os cuidados necessários, o que requer responsabilidade e limites bem definidos.
A third season de Euphoria traz novas abordagens sobre sexualidade na ficção. No episódio exibido no último domingo, Jules, personagem de Hunter Schafer, atua como sugar baby para financiar a faculdade e se envolve com diferentes parceiros. Um deles, Elis, é um cirurgião plástico que tem interesse na prática da mumificação.
A cena mostra Jules sendo envolvida do pescoço aos pés com plástico filme, braços erguidos e respiração pela boca, enquanto Elis observa o corpo imóvel. A narrativa acompanha esse fetiche dentro do universo BDSM, apresentado como dinâmica erótica entre adultos consententes.
A representação de fetiches na série levanta debates sobre educação sexual na mídia. Profissionais ressaltam que a mumificação é considerada uma prática extrema, exigindo conhecimento e negociação prévia para ser segura.
O que é a mumificação
A mumificação é uma prática de bondage em que o corpo fica, total ou parcialmente, restrito com filmes, fitas ou tecidos. A atividade envolve a sensação de controle e pode gerar prazer ao combinar restrição corporal com dinâmica de poder. Aspectos de segurança são fundamentais, como negociação prévia e uso de palavras de segurança.
Riscos e cuidados
Especialista aponta riscos físicos significativos, como restrição de respiração, superaquecimento e eventual dificuldade de pedir ajuda. A orientação é combinar a atividade com sinais de alerta e interromper a prática se houver desconforto.
Impacto na percepção pública
Especialista afirma que a exposição de fetiches em séries pode ampliar o vocabulário sobre desejo e reduzir preconceitos. Contudo, ressalva que cenas ficcionais nem sempre mostram cuidados, aumentando o risco de entender a prática de forma simplificada.
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