Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

O fascínio pelo século 18: motivos que ainda intrigam historiadores

Exposições em Paris reavivam o século XVIII, ligando o luxo aristocrático a modas e artes decorativas que moldam o design atual.

Um dia no século 18 — Crônica de um palacete leva o visitante a um mergulho na rotina doméstica da aristocracia francesa (Foto: Les Arts Décoratifs/Christophe Dellière)
0:00
Carregando...
0:00
  • Em Paris, duas exposições remetem ao século XVIII: “Um dia no século 18 — Crônica de um palacete” no Museu das Artes Decorativas, em cartaz até 5 de julho, com mais de 550 objetos que mostram a rotina de uma mansão aristocrática na década de 1780.
  • A mostra recria ambientes de um hôtel particulier, destacando mobiliário, porcelanas, pratarias, papeis de parede e joias, para explicar o luxo da época e a relação entre moradia, poder e moda.
  • Em paralelo, “A moda no século 18 — Um legado reinventado” no Palais Galliera investiga a transformação das silhuetas femininas, dos tecidos e das fachadas de vestuário até o fim do século, influenciando designers modernos.
  • A exposição ressalta o papel das mercadoras de moda e das costureiras parisienses na evolução da moda, com destaque para corpetes, barbatanas, e mudanças de estilo de 1770 a 1780. Maria Antonieta é apresentada como símbolo de moda, obediente às práticas das costureiras da cidade.
  • Além de Paris, a influência do século XVIII deve ganhar novas exposições: uma no castelo de Fontainebleau, a partir de junho, e outra no Palácio de Versalhes, em setembro, para comemorar a obra de Sofia Coppola e o legado da rainha.

Atrações em Paris retomam o fascínio pelo século 18, quando o luxo da corte e o refinamento das roupas moldavam o estilo de vida. Duas exposições destacam a relação entre mobiliário, objetos de uso diário e moda feminina, influências que chegam ao presente.

Um dia no século 18 — Crônica de um palacete, no Museu das Artes Decorativas, mergulha na rotina de uma mansão parisiense nos anos 1780, antes da Revolução. O visitante percorre ambientes ricamente decorados, com mobiliário, porcelanas, pratas e objetos de uso cotidiano.

A mostra reúne mais de 550 itens, em sua maioria do acervo do MAD, muitos raros. Cada espaço do palacete revela a vida da elite, com 15 funcionários em média, exemplificando o que era considerado luxo e conforto naquela época.

Mudanças na silhueta feminina

A exposição sobre moda, A moda no século 18 — Um legado reinventado, no Pallais Galliera, analisa a transformação de costumes e vestimenta entre 1700 e 1780. Tecidos, rendas e perucas indicavam posição social e exigiam tempo de preparo.

Os corsets com barbatanas e o vestuário de época mostraram como a moda ditou rotinas de vestir, com ajuda de criadas. As mercadoras de moda firmaram-se como profissionais e influenciaram a produção de roupas.

A mostra acompanha a evolução da silhueta, da cintura marcada a modelos mais retos, e destaca o papel das costureiras parisienses na definição de tendências. Entre as peças, há itens raros da própria rainha Maria Antonieta.

Essa estética do século 18 continua a inspirar designers contemporâneos, como Dior e Chanel, com referências de acabamento, textura e linha. A exposição permanece em cartaz até julho, reforçando o vínculo entre passado e presente.

Perspectivas para o futuro da exposição

Maria Antonieta permanece em pauta na cultura parisiense, com nova mostra no castelo de Fontainebleau em junho e outra no Palácio de Versalhes em setembro. As exposições visam celebrar a influência histórica do período 1700-1780 e seu alcance atual.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais