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O que O Diabo Veste Prada ensinou sobre liderança e ambição das estrelas

Reunião de O Diabo Veste Prada 2 discute ambição feminina, legado do original e orçamento sob pressão após vinte anos

Foto: Thea Traff/NYT
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  • O Diabo Veste Prada 2 reúne o mesmo diretor, David Frankel, e o elenco original, com Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci, 20 anos após o primeiro filme.
  • A história mantém Miranda Priestly (Meryl Streep) no centro, com Andy (Hathaway) e Emily (Blunt) dividindo o protagonismo e Nigel (Tucci) como braço direito.
  • Os protagonistas refletem sobre a passagem do tempo, economia atual, fusões e o impacto da mídia no cinema.
  • As entrevistas abordam ambições femininas, papéis de liderança e se a frase “bitches make things happen” resume ou não a imagem da chefe ideal.
  • O elenco comenta a evolução de seus personagens, o legado do filme original e os riscos e orçamentos ao fazer uma sequência após duas décadas.

Poucos filmes geram memes e marcam o mapa cultural ao mesmo tempo. O Diabo Veste Prada, de 2006, continua relevante com a sequência dirigida por David Frankel, 20 anos depois. No elenco permanecem Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci.

O retorno ocorre com Andy, agora jornalista na Runway, e a antiga subordinada Emily, já executiva de design, ao lado de Nigel. O filme mantém o tom ácido da franquia e aborda como a indústria mudou, com tecnologia e fusões, impactando inclusive o estilo de liderança.

Em entrevistas recentes, a equipe comentou a expectativa de filmar após dois décadas e o desafio de manter a química entre os atores. Streep ressaltou a energia entre o grupo, enquanto Blunt observou o brilho daquelas dinâmicas para novas gerações.

Elenco e bastidores

Frankel revelou que o processo foi desafiador, mas colaborativo, com a participação dos protagonistas desde a edição. Hathaway destacou a trajetória de crescimento das personagens sem perder a essência das protagonistas originais.

Ambição e liderança

Streep e Blunt discutiram como a ambição femininas é retratada na história. Hathaway afirmou que o filme mostra mulheres com metas próximas ao propósito maior, sem reduzir o valor da ambição. Streep explicou a diferença de tom entre uma liderança feminina e masculina.

Custos e orçamento

A produção enfrentou debates sobre orçamento, refletindo o preconceito histórico de que filmes sobre mulheres teriam bilheteria menor. Frankel observou que a equipe buscou equilíbrio entre recursos e exigências criativas, em um cenário de mercado mais complexo.

Sobre o legado

Os atores comentaram o impacto do filme original, que resistiu ao tempo e continua atraindo novas gerações. Blunt comentou que o público atual reconhece a relação entre ambição, ritmo e autenticidade das personagens.

Considerações finais

A entrevista reforçou a percepção de que o filme atual preserva o humor e a crítica social da história original, ao mesmo tempo em que amplia o universo para novas perspectivas. A produção segue em divulgação mundial.

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