- O ator Eric Braeden revelou em podcast que não queria participar de Titanic (1997) e só aceitou após incentivo da família.
- Ele descobriu, ao ler o roteiro, que seu papel seria de um descendente de alemães e da família mais rica que chegou a possuir grande parte de Manhattan.
- Braeden contou que foi ao teste às 11h, mas a diretora de elenco chegou atrasada e questionou o que ele fazia ali, o que o deixou desconfortável e quase o fez sair.
- Quatro semanas depois, James Cameron insistiu e o chamou de volta para os testes, quando Braeden resolveu participar.
- O ator interpretou John Jacob Astor IV, o homem mais rico a bordo do navio, em meio a críticas à dinâmica entre diretores de elenco e equipe no set.
Eric Braeden relembrou, em entrevista recente, a dificuldade inicial para participar de Titanic (1997). O ator, então pouco tempo na indústria, contou que não queria fazer o teste para o longa de James Cameron e que só entrou no projeto após aconselhamento da família.
Braeden atuou como John Jacob Astor IV, o quinto a bordo, conhecido por ser o homem mais rico do navio. A história veio à tona em participação no podcast Still Here Hollywood with Steve Kmetko, divulgada nesta segunda-feira.
Segundo o relato, o ator chegou ao estúdio para o teste às 11h, mas a diretora de elenco se atrasou e questionou a presença dele ao chegar. Braeden descreveu a recepção como frustrante, o que o levou a cogitar abandonar a audição.
O episódio também revela que, ao ler o roteiro, Braeden percebeu que o papel não seria grandioso. Mesmo assim, acatou a insistência da esposa Dale Russell e do filho Christian Gudegast, que o incentivaram a manter a chance por enxergarem uma oportunidade na carreira.
Mais adiante, Cameron entrou em contato novamente quatro semanas depois, e Braeden descobriu que o personagem era descendente de alemães e parte da elite financeira da época, proprietária de boa parte de Manhattan. A partir desse momento, a participação no elenco passou a fazer parte de seus planos.
Braeden destacou a importância da relação entre elenco, direção de casting e equipe de produção, observando que um tratamento respeitoso pode modificar a percepção de todo o processo de audição. A fala dele reforça a percepção de que atitudes no conjunto influenciam a experiência de quem está sendo contratado.
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