- Débora Falabella participou do Encontro e relembrou Avenida Brasil (2012) e o retorno da novela ao público no Vale a Pena Ver de Novo.
- Disse que o ápice criativo ocorreu no confinamento na mansão do Tufão, com concentração intensa, e que, para o elenco, foi um deleite artístico.
- Hoje, assiste com distanciamento, reconhecendo a qualidade do roteiro, da direção e do elenco, e que a personagem Nina foi construída com a energia certa para aquela idade.
- Apontou a evolução do cast, incluindo a transição de Mel Maia entre as fases da história.
- Destacou a relação com Adriana Esteves: cenas densas, mas muita sintonia nos bastidores, com risadas que mantinham leveza; a parceria é citada como um dos grandes duelos da TV brasileira.
Durante participação no programa Encontro nesta segunda-feira, Débora Falabella relembrou Avenida Brasil (2012), hoje exibida no Vale a Pena Ver de Novo. Ela explicou como a vingança de Nina contra Carminha mudou de perspectiva com o tempo e o distanciamento de anos.
A atriz recordou o ápice criativo da novela durante o confinamento na mansão de Tufão, personagem de Murilo Benício. Foram dias em que ficou sozinha com Adriana Esteves, em uma sequência que, aos olhos do público, parecia tensão, mas para ela foi um intenso exercício artístico.
Com o passar do tempo, Débora assistiu à obra com distância, valorizando não apenas suas cenas, mas o conjunto: roteiro, direção e elenco que contribuíram para o sucesso da trama.
Bastidores e relação entre as atrizes
Ela destacou a leveza presente nos bastidores, mesmo diante de cenas densas entre Nina e Carminha. A conexão entre Débora Falabella e Adriana Esteves foi apontada como essencial para manter o clima durante as gravações, proporcionando momentos de leveza.
A atriz mencionou ainda a evolução do elenco ao longo da história, incluindo a transição de Mel Maia na primeira fase da novela. A química entre as duas protagonistas foi lembrada como um diferencial que impulsionou os grandes duelos da televisão brasileira.
Revisão do roteiro e evolução do elenco
Ao revisitar o folhetim, Débora percebeu que a narrativa se sustentou pela energia certa em cada fase da personagem. O processo de envelhecimento da história, segundo ela, refletiu a construção cuidadosa do roteiro e da direção, bem como o amadurecimento da atriz e do elenco.
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