- The Devil Wears Prada 2 arrecadou US$ 77 milhões nos EUA e US$ 157 milhões no restante do mundo desde seu lançamento em 29 de abril.
- Na Itália, a dublagem usa o mesmo elenco da versão original: Connie Bismuto (Andy), Francesca Manicone (Emily), Gabriele Lavia (Nigel) e Maria Pia Di Meo (Miranda Priestly).
- A idade avançada dos dubladores, principalmente Di Meo (nascida em 1939) e Lavia, gerou críticas sobre a naturalidade de vozes de personagens ativos e enérgicos.
- Questiona-se a eficácia da dublagem atual frente à velocidade e ao ritmo de diálogo modernos, que dificultam o acompanhamento em trailers.
- Mesmo com críticas, a versão dublada continua predominante no cinema italiano, mantendo o público fiel às vozes tradicionais.
The Devil Wears Prada 2 impulsionou debates acalorados na Itália ao manter o elenco de dublagem da versão original, gerando reações entre fãs e espectadores. A sequência, lançada em 29 de abril, tem registrado desempenho expressivo nas bilheterias mundiais, com US$ 77 milhões apenas nos cinemas dos EUA e US$ 157 milhões no restante do mundo.
Os estudos de dublagem italianos retomaram a mesma equipe do filme anterior: Connie Bismuto dá voz a Andy, Francesca Manicone dubla Emily Blunt como Emily, Gabriele Lavia volta como Nigel e Maria Pia Di Meo, voz habitual de Miranda Priestly, retorna para a personagem no remake. A escolha agradou parte do público pela continuidade, mas também gerou críticas sobre o envelhecimento das vozes.
O diálogo e o ritmo acelerado da produção contemporânea foram apontados como fatores que dificultam a compreensão em dublado. Trailers em italiano revelaram falas comprimidas pelo tempo, o que acabou gerando dúvidas sobre a adaptação de expressões culturais, como termos de profissão e referências específicas da indústria.
Desafios da dublagem frente ao ritmo atual
Especialistas e fãs destacam que a atuação de Di Meo, nascida em 1939, e de Lavia, que dubla Tucci, podem soar menos ágeis diante de uma Miranda Priestly e de um elenco de apoio com energia elevada. A discussão amplia o questionamento sobre a eficácia da dublagem em tempos de produção rápida e de consumo de conteúdo em língua original.
Observa-se ainda que, mesmo com o público italiano privilegando versões dubladas no cinema, a percepção de envelhecimento vocal levanta preocupações sobre a compatibilidade entre a imagem da personagem e a voz que a acompanha. A conversa volta-se, assim, para a qualidade técnica da dublagem e para a preservação da fidelidade ao tom original.
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