- The Devil Wears Prada 2 mostra Miranda Priestly em posição menos dominante, sob a influência de anunciantes, de um magnata da mídia e do filho dele; Benji Barnes aparece como um bilionário que ameaça a excelência que ela defende.
- Benji, recém-divorcido e com uma relação com a ex-assistente de Miranda, Emily, representa o alcance dos ultrarricos na indústria e a ascensão social pela relação com pessoas influentes.
- O personagem é apontado como semelhança de Jeff Bezos, com referências à transformação pública dele e à atuação de sua ex-mulher e atual esposa, Lauren Sánchez Bezos, para ganhar visibilidade.
- A história sugere que bilionários podem impor peso cultural e controlar a imprensa e a moda, incluindo rumores sobre Bezos e o Met Gala.
- O enredo foi descrito como uma leitura crítica sobre o poder de tech billionaires na mídia, em linha com outras obras que exploram monopólios e influência financeira.
No longa The Devil Wears Prada 2, Miranda Priestly ganha uma versão ainda mais poderosa, lidando a todo momento com interesses de anunciantes e magnatas da mídia. A história mostra a pressão de agentes publicitários sobre a redação e os impactos da gestão de recursos no jornalismo de moda.
O elenco inclui Justin Theroux como Benji Barnes, um bilionário excêntrico que ameaça mudar a dinâmica do meio. A relação entre Benji e Emily — ex-assistente de Miranda interpretada por Emily Blunt — serve de alívio cômico, mas simboliza também o peso financeiro na cultura midiática.
Parcerias e símbolos de poder
Benji aparece após o divórcio e representa o atual filtro de poder dos grandes fortunas sobre a indústria. O filme associa o enredo a traços da vida de Jeff Bezos, especialmente a transformação pública após o divórcio e a reaproximação com a mídia. A narrativa sugere que riqueza pode influenciar escolhas artísticas.
Contexto real por trás da ficção
A obra insere a discussão sobre controle de mídia na mira de bilionários, com Sasha Barnes dedicando-se à filantropia, ecoando trajetórias reais. A relação entre Bezos e Lauren Sánchez é citada para ilustrar como parcerias de alto perfil podem ampliar visibilidade pessoal.
Met Gala e clima de proximidade entre tecnologia e moda
O filme abre com um escândalo na noite do Met Gala, associando o evento à influência de Bezos como presidente honorário de apoio financeiro. A repercussão gerou rumores de boicotes, ainda que a presença de celebridades tenha sido robusta na ocasião.
Reflexões sobre o poder na cultura
A obra difere ao mostrar que a busca por controle de conteúdo pode reduzir a importância de modelos, locações e designers, abrindo espaço para a integração de IA no processo criativo. A protagonista defende a importância de arte e talento humano diante dessa mudança.
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