- Novo épico de Christopher Nolan, A Odisseia, tem elenco de destaque e chega aos cinemas em julho.
- Em entrevista ao The Late Show, Nolan sugere que muita da cultura dos quadrinhos vem das epopeias de Homero.
- O diretor afirma que Homero, de certa forma, é o “George Lucas” de sua época.
- O projeto propõe explorar os “super-heróis originais” em meio à saturação atual do gênero nas telas.
O novo filme de Christopher Nolan, intitulado A Odisseia, chega aos cinemas em julho. O projeto promete a grandiosidade típica do diretor, com um elenco de peso. A obra surge em meio à saturação de filmes de super-heróis.
Estrelam Matt Damon, Anne Hathaway, Robert Pattinson, Charlize Theron, Tom Holland e Zendaya, entre outros nomes. A produção reúne um elenco internacional para dar vida ao épico escolhido por Nolan.
O lançamento ocorre globalmente neste julho, com distribuição prevista nos cinemas de várias regiões. A expectativa é de que o filme se apresente como uma leitura original do que envolve o gênero de heróis, sob a assinatura do cineasta.
A Odisseia e a relação com os quadrinhos
Segundo informações de divulgação, o filme explora uma leitura dos chamados super-heróis originais, conectando a visão de Nolan com referências ao universo de quadrinhos. Em uma entrevista no The Late Show, o diretor comentou que a cultura dos quadrinhos tem raízes em epopeias antigas e fez uma analogia entre Homero e grandes criadores de cinema.
A análise de Nolan sugere que Homero, assim como figuras modernas do cinema, influenciou narrativas de aventura e fantasia. A comparação procurou situar A Odisseia no debate sobre a origem de heróis na cultura popular, sem indicar filiação direta a Marvel ou DC.
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