- Melissa Barrera foi demitida de Pânico 7 após se posicionar a favor da Palestina, o que provocou debandada no elenco e a saída de Jenna Ortega e do diretor Christopher Landon.
- Em entrevista à Variety, a atriz afirmou ter enfrentado um período difícil, chegou a duvidar da carreira, mas manteve o otimismo; disse ter recebido pouco apoio público e que mensagens privadas sem ação não significam nada.
- Barrera sugeriu que a produção pode ter inflado a bilheteria de US$ 207 milhões, citando o investimento inicial de US$ 45 milhões.
- O retorno de nomes como Courteney Cox, Neve Campbell e Matthew Lillard, além da permanência de outros elenco de Pânico, foi visto pela artista como aposta na nostalgia para salvar o filme.
- Mesmo com a polêmica, a atriz disse ter gratidão pela franquia e afirmou que Pânico continua sendo parte importante de sua trajetória, destacando o apoio de diretores e colegas.
Melissa Barrera foi dispensada de Pânico 7 após posicionar-se publicamente a favor do povo palestino durante o conflito entre Israel e Hamas. A detenção ocorreu antes da produção, gerando desvoltura interna na equipe e impactos no elenco.
A demissão ocorreu ao fim de 2023, quando a Spyglass, produtora da franquia, afastou a atriz mexicana de 35 anos. A decisão desencadeou mudanças no elenco e, meses depois, Jenna Ortega e o diretor Christopher Landon também deixaram o projeto.
Pânico 7 estreou em fevereiro deste ano, após críticas aos bastidores. A produção manteve o foco em retomar o filme com o retorno de parte do elenco de filmes anteriores para sustentar a obra durante a crise.
Repercussões na produção
Entre as saídas, Ortega citou conflitos de agenda. A Spyglass foi enfática na defesa de seu posicionamento institucional, que condenou antissemitismo e discurso de ódio.
A reportagem aponta que, apesar da demissão, outros membros do elenco histórico, como Mason Gooding, Courteney Cox, Neve Campbell e Matthew Lillard, concordaram em retornar para o projeto, buscando explorar a nostalgia da franquia.
Bilheteria e números
Segundo informações divulgadas, o orçamento estimado foi de US$ 45 milhões, com arrecadação de aproximadamente US$ 207 milhões. Barrera questionou publicamente se os números divulgados refletiam fielmente o desempenho do longa.
Em entrevista, a atriz mencionou que houve apoio privado de colegas da indústria, mas destacou que esse apoio não substitui ações concretas. Ela também ressaltou que manteve relação positiva com a equipe criativa, sem negar o peso da polêmica.
Desdobramentos e posicionamentos
Barrera frisou gratidão pela oportunidade recebida e declarou que a experiência na franquia continua relevante em sua carreira. A atriz reafirmou que a relação com os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett permanece transparente.
A produção anunciou que buscou equilíbrio entre nostalgia e continuidade da franquia, mantendo o foco em entregar o filme ao público, mesmo diante das controvérsias que marcaram o período.
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