- Humberto Martins deixa a Globo após 35 anos e assina com a Record TV; estreia em maio na série A ira do herdeiro, produção da Seriella.
- A obra bíblica terá cerca de 20 episódios e também será exibida no Disney+, em acordo entre Record e a plataforma.
- Martins viverá o rei assírio Senaqueribe, enquanto o papel principal fica com o rei Manassés, interpretado por Nicolas Vargas.
- A direção-geral é de Carlos Manga Jr.; o elenco traz Virginia Cavendish, Anderson Di Rizzi, Werner Schünemann, Miriam Freeland e Cláudio Gabriel.
- O último trabalho de Martins na Globo foi o especial Fábrica de sonhos, exibido em 2025; ele não atuava na TV aberta desde 1988, em Olho por olho na Manchete.
Humberto Martins deixará a Globo após 35 anos de atuação na emissora. O ator assinou com a Record TV e estreia na casa em maio, quando começam as gravações de A ira do herdeiro, série bíblica produzida pela Seriella. A mudança encerra um ciclo longo na televisão aberta e marca o retorno de Martins à TV aberta pela primeira vez desde 1988, quando atuou em Olho por olho na extinta Manchete.
Na série, Martins interpretará o rei assírio Senaqueribe, descrito como um governante imponente, estrategista e de pulso firme. O protagonismo ficará com o rei Manassés, papel do novato Nicolas Vargas. O elenco inclui ainda Virginia Cavendish, Anderson Di Rizzi, Werner Schünemann, Miriam Freeland e Cláudio Gabriel. A produção deve totalizar cerca de 20 episódios.
Detalhes da produção e distribuição
Carlos Manga Jr. assina a direção-geral do projeto. A obra não ficará restrita à Record; a série também será exibida no Disney+, em acordo já fechado entre a emissora e a plataforma de streaming.
O último trabalho de Humberto Martins na Globo foi o especial Fábrica de sonhos, exibido em 2025. Ao longo de sua trajetória na emissora, ele participou de títulos como Quatro por quatro, Uga Uga, Caminho das Índias e Travessia.
Perspectiva de exibição e elenco
A ira do herdeiro terá exibição prevista inicialmente na TV aberta, com distribuição adicional pelo streaming. A escolha de nomes como Virginia Cavendish e o elenco diverso busca ampliar o alcance de uma produção de grande porte dentro do gênero.
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