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Soderbergh: IA foi essencial no documentário da entrevista final de John Lennon

Soderbergh explica uso de IA em trechos abstratos do documentário sobre John Lennon, com imagens surrealistas criadas com apoio da Meta

Yoko Ono e John Lennon
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  • Steven Soderbergh explicou que usou IA em partes do documentário John Lennon: The Last Interview, gravação da última entrevista de Lennon e Yoko Ono.
  • As sequências com IA representam cerca de 10% do filme, servindo como complemento visual às passagens mais abstratas da conversa.
  • Dois exemplos citados: bebês vestidos com roupas dos anos sessenta chorando, e homens das cavernas encenando ideias discutidas por Lennon.
  • A ideia é criar imagens metafóricas e surrealistas, não retratar Lennon de forma realista; o uso é comparável a efeitos visuais (VFX/CGI).
  • A parceria com a Meta forneceu ferramentas e apoio financeiro; a empresa entrou como parceira e financiadora, com o filme sendo apresentado como teste tecnológico.

Steven Soderbergh confirmou o uso de IA em seu documentário sobre a última entrevista de John Lennon, previsto para ainda não ter data de lançamento. O diretor explica que a tecnologia serve para complementar trechos em que Lennon e Yoko Ono falam de forma mais abstrata e filosófica. O material baseia-se em áudio da entrevista de 8 de dezembro de 1980, gravada pela RKO Radio, com imagens de arquivo.

O projeto reúne o áudio original com imagens geradas a partir de IA para cenas onde a comunicação fica mais metafórica. A iniciativa contou com o apoio do espólio de Lennon e envolve a Meta, que forneceu ferramentas tecnológicas e suporte financeiro. O objetivo é criar uma experiência audiovisual que preserve o tom do diálogo, sem distorcer fatos.

Segundo Soderbergh, as partes com IA representam aproximadamente 10% do filme, servindo como complemento visual temático. O diretor afirma que o objetivo é produzir imagens que valorizem o conteúdo falado, mantendo a linguagem surrealista sem induzir a sensação de realismo enganoso.

Detalhes das sequências criadas com IA

Duas sequências destacam por que a IA foi considerada adequada ao filme. Em uma, aparecem bebês de um ano vestindo roupas dos anos 60 para ilustrar humoristicamente o que Lennon diz, algo impraticável de filmar de forma realista. Em outra, homens das cavernas encenam comportamentos discutidos por Lennon, criando humor por meio da artificialidade.

Parceria com a Meta e transparência

Soderbergh rebate críticas de que a IA poderia trazer Lennon de volta à vida, afirmando que não se trata de reconstituição. O diretor diz que a IA é usada como ferramenta equivalente a VFX ou CGI e que seu uso busca a melhor versão do filme. Michael Sugar, produtor, apresentou a ideia à equipe, com a Meta oferecendo tecnologia e apoio financeiro para a fase final do projeto.

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