- Matt Damon e Ben Affleck estão sendo processados por policiais do Condado de Miami-Dade, na Flórida, por causa do filme Dinheiro Suspeito (2026).
- A ação acusa o longa de manchar a imagem das autoridades locais ao retratar uma apreensão milionária e desconfianças dentro da polícia.
- O agente Jonathan Santana, junto com Jason Smith, afirma que o filme prejudica a reputação dos agentes. Santana ressaltou que, segundo ele, “quando você rouba algo”, é como se cometesse furto.
- Ignacio Alvarez, advogado de Santana e de outros policiais, disse que os filmes retratam os policiais como sujos e que os produtores deveriam tê-los contratado para consultoria.
- O alvo principal do processo é a produtora Artists Equity, criada pelos próprios Damon e Affleck.
Matt Damon, Ben Affleck e a produtora Artists Equity são alvo de uma ação movida por policiais do Condado de Miami-Dade, na Flórida. A queixa alega que o filme Dinheiro Suspeito (2026) mancha a imagem das autoridades locais ao retratar uma apreensão milionária de forma prejudicial.
A disputa envolve a inevitável ligação entre a história real que inspira o longa e a percepção pública gerada pelo filme. Os policiais afirmam que o enredo sugere corrupção entre agentes que participaram da apreensão de US$ 20 milhões, em 2016, no tráfico de drogas.
Quem falou sobre o caso foram dois oficiais do condado, Jonathan Santana e Jason Smith. Santana informa que a obra deveria ter contado com consultoria policial oficial, o que não ocorreu na prática, segundo a ação. Já Smith não se manifestou publicamente sobre o tema no momento.
Ignacio Alvarez, advogado de Santana e de outros agentes, sustenta que o filme apresenta os policiais de forma exageradamente negativa, o que, segundo ele, pode afetar a confiança da comunidade nas autoridades. A defesa dos oficiais cita que a consultoria contratada não correspondeu aos acontecimentos.
A ação concentra-se na produtora Artists Equity, criada por Damon e Affleck, como principal alvo. Os policiais pleiteiam reparação de danos também por suposto uso indevido da história real sem a devida autorização ou validação de fatos relevantes.
Contexto e próximos passos
Segundo apuração, a disputa envolve questões de responsabilidade civil por retratos ficcionais de agentes de segurança. Ainda não há definição sobre danos ou sobre eventual acordo entre as partes. A produção do filme não se pronunciou sobre a tramitação judicial.
Entre na conversa da comunidade