- Em menos de duas semanas em cartaz, O Diabo Veste Prada 2 arrecadou US$ 433 milhões globalmente, superando o US$ 326,5 milhões do filme original.
- O filme estreou com US$ 233 milhões mundialmente; nos Estados Unidos, soma US$ 144,8 milhões e, no mercado internacional, US$ 288,4 milhões em 51 territórios.
- Com orçamento de US$ 100 milhões, a bilheteria final deve ficar entre US$ 700 milhões e US$ 800 milhões.
- A Disney tornou-se o primeiro estúdio de Hollywood a ultrapassar US$ 2 bilhões em bilheteria global neste ano.
- O retorno reúne Anne Hathaway, Meryl Streep, Emily Blunt e Stanley Tucci, e a imprensa aponta recepção positiva (aprovação de 77% no Rotten Tomatoes e nota A no CinemaScore), além de discutir mudanças da indústria frente a influenciadores digitais.
O Diabo Veste Prada 2 ultrapassa o desempenho do filme original, em menos de duas semanas em cartaz. A sequência já acumula US$ 433 milhões mundialmente, equivalente a cerca de R$ 2,1 bilhões na cotação atual, superando os US$ 326,5 milhões do longa de 2006.
O resultado coloca o filme entre as cinco maiores bilheterias de 2026 e consolida a produção como um dos maiores sucessos do ano. A diretiva é vista como reflexo da força da Disney no mercado global de cinema.
O retorno da franquia reúne novamente Anne Hathaway, Meryl Streep, Emily Blunt e Stanley Tucci. A narrativa revisita a Runway em um contexto diferente, com os estúdios buscando novas audiências diante de mudanças na indústria editorial.
Desempenho de bilheteria e dados operacionais
O longa estreou com US$ 233 milhões mundialmente, a segunda maior abertura global do ano entre filmes de Hollywood. Nos EUA, a estimativa é de US$ 144,8 milhões, enquanto internacionalmente foram US$ 288,4 milhões em 51 territórios.
A queda no segundo fim de semana foi considerada abaixo da média de grandes estreias, sinalizando boa permanência nas salas. O orçamento inicial é de US$ 100 milhões, sem incluir divulgação, e as projeções finais variam entre US$ 700 milhões e US$ 800 milhões.
Enredo, temas e recepção
A trama traz Miranda Priestly sob pressão de investidores e métricas, em meio à ascensão de influenciadores digitais e ao recuo de revistas impressas. Andy Sachs, agora jornalista investigativa, reaparece em parceria com Miranda para reconquistar relevância.
A produção mantém traços do original, como figurinos elaborados, diálogos ácidos e conflitos profissionais, ao mesmo tempo em que aborda a transformação da moda na era digital. O filme também já recebeu aprovação amplamente positiva do público.
O conjunto de fatores aponta para uma recuperação significativa da franquia, com recordes alcançados em arrecadação e recepção crítica, além de marcar novos positivos para as carreiras de suas veteranas.
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