- No 78º Festival de Cannes, o Brasil concorre novamente à Palma de Ouro.
- No ano de 1962, o Brasil já venceu a Palma de Ouro com O Pagador de Promessas, dirigido por Anselmo Duarte.
- O Pagador de Promessas acompanha Zé do Burro, camponês que promete carregar uma cruz até a igreja de Santa Bárbara em Salvador para salvar seu animal.
- O filme causou comoção ao enfrentar resistência do padre local e ao reunir pessoas de diferentes matrizes religiosas.
- Além de O Pagador de Promessas, o Brasil já concorreu 38 vezes ao prêmio, e Orfeu Negro, coprodução Brasil-França-Itália, recebeu a honraria, apesar de a premiação ter ficado com a França.
Durante a 78ª edição do Festival de Cannes, o Brasil volta a competir pela Palma de Ouro, o principal prêmio do evento. A participação brasileira continua marcada pela busca de reconhecimento no cinema internacional.
Desde 1962, o país soma apenas uma vitória na Palma de Ouro. Naquele ano, o filme O Pagador de Promessas, dirigido por Anselmo Duarte, levou o troféu máximo. A premiação ocorreu em meio a uma programação de obras de peso do cinema mundial.
A história acompanha Zé do Burro, um camponês que, para salvar o animal, faz uma promessa a Iansã para carregar uma cruz pesada até uma igreja em Salvador. A recepção na cidade envolve devotos de diversas tradições religiosas, gerando debates sobre fé e fé reformulada.
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Histórico de vitórias brasileiras na Palma de Ouro
Apesar de ter sido indicado 38 vezes, o Brasil não soma muitos prêmios na Palma de Ouro. Em 1962, O Pagador de Promessas foi a única vitória do país. Com produção associada, Orfeu Negro recebeu a honraria, mas a decisão acabou reconhecendo a França. O peso histórico das premiações molda a narrativa atual do país no festival.
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