- Paulinho, Rogério, Gerluce e Zenilda expõem provas roubadas de Edilberto em uma coletiva, levando Ferette e Arminda ao desespero e acelerando a queda dos vilões.
- Ferette busca abrigo na Chacrinha e planeja atacar Gerluce com Samira, enquanto descobre a delegada Marise afastada do caso.
- Helga rompe com Arminda, entrega crimes à polícia e revela que Arminda foi responsável pelas mortes de Célio e Edilberto.
- Helga admite ter ajudado a esconder as consequências dos crimes, mas coloca a culpa em Arminda, que passa a se esconder com mandado de prisão em andamento.
- Gerluce e aliados vão a julgamento pela expropriação da estátua; Zenilda defende com motivação social, e a pena é convertida em prestação de serviços comunitários, com apoio popular à presidente da fundação.
Nos últimos capítulos da novela Três Graças, Ferette e Arminda entram em desespero após a divulgação de provas. Helga muda de lado e entrega novos fatos à polícia, enquanto Gerluce encara um julgamento. A coletânea de áudios e mensagens expõe o esquema e acelera as quedas.
Paulinho, Rogério, Zenilda e Gerluce articulam uma ofensiva pública para desmontar o poder de Ferette. Em uma coletiva, Zenilda apresenta mensagens encontradas no celular de Edilberto, apontando irregularidades que abalam a liderança do empresário.
Ferette, pressionado, busca abrigo na Chacrinha e planeja novas ações contra Gerluce, contando com Samira. Ele perde aliadas ao saber do afastamento da delegada Marise, aumentando o isolamento político.
Virada de Helga e o peso da denúncia
Helga rompe com Arminda após se sentir traída. Ela decide levar à polícia informações que apontam Arminda como autora de mortes, incluindo Célio e Edilberto. Depoimento amplia a pressão sobre a empresária.
A delegacia recebe o depoimento de Helga, que admite ter participado da ocultação de crimes, mas aponta Arminda como responsável direto. A revelação acelera a queda de Arminda e reforça o risco de prisão.
Justiça, julgamento e repercussões
Gerluce e aliados vão a julgamento pela expropriação da estátua, uma das fases centrais da trama. Zenilda atua na defesa, ressaltando motivação social do ato para remediar a situação de saúde pública.
A promotoria sustenta que a motivação não justifica o crime. Ao final, a pena é convertida em prestação de serviços comunitários, mantendo Gerluce sob supervisão judicial.
A mobilização da comunidade da Chacrinha cresce em apoio a Gerluce, com protestos populares durante os desfechos. O desfecho da novela acontece no dia 15 de maio de 2026, com reprise no dia 16 e disponibilidade no Globoplay.
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