- O Festival de Cannes, 79ª edição, começou com Jane Fonda e Gong Li declarando aberta a mostra e ressaltando o cinema como ato de resistência.
- Nesta edição, 22 filmes disputam a Palma de Ouro, com presença de nomes como Javier Bardem, Cate Blanchett e Michael Fassbender no tapete vermelho.
- Peter Jackson recebeu a Palma de Ouro honorária, entregue por Elijah Wood, em cerimônia de abertura.
- A presença espanhola é forte na disputa, com três filmes no lineup: Natal Amargo, de Pedro Almodóvar; El Ser Querido, de Rodrigo Sorogoyen; e La Bola Negra, de Javier Ambrossi e Javier Calvo.
- O júri, presidido pelo sul-coreano Park Chan-wook, discute a relação entre cinema e política, enquanto alguns membros ressaltam críticas a questões geopolíticas atuais.
O Festival de Cannes abriu a 79ª edição nesta terça-feira, 12, em Cannes, França. Jane Fonda e Gong Li anunciaram oficialmente o início do evento, que terá forte presença do audiovisual espanhol na disputa pela Palma de Ouro. A cerimônia de abertura destacou o tema de resistência do cinema.
A edição reúne 22 filmes pela Palma de Ouro, com destaque para diretores renomados como Andrey Zvyagintsev, Asghar Farhadi e Hirokazu Kore-eda. A competição conta ainda com a participação de Cate Blanchett, Javier Bardem e Michael Fassbender no elenco das obras em disputa.
Peter Jackson recebeu a Palma de Ouro honorária, entregue por Elijah Wood. O cineasta neozelandês agradeceu a homenagem durante a cerimônia, descrevendo o prêmio como uma surpresa e lembrando a trajetória de sua carreira.
Entre os concorrentes, destaque para a forte presença espanhola: Natal Amargo, de Pedro Almodóvar, e El Ser Querido, de Rodrigo Sorogoyen, que contam com nomes de peso no elenco e geram expectativa na imprensa. La Bola Negra também figura entre os títulos em disputa.
A Espanha responde por uma leva de filmes que marcam a melhor participação recente do país na mostra. Thierry Frémaux, delegado-geral do festival, ressaltou o dinamismo da indústria espanhola na atualidade.
O júri, presidido pelo cineasta Park Chan-wook, encara questões sobre a relação entre cinema e política. Outros membros, como Paul Laverty, destacam a tensão entre produções artísticas e temas geopolíticos presentes no festival.
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