- Alonso Pafyeze é diretor de arte de Belo Horizonte com mais de vinte e cinco anos de carreira e obras indicadas ao Oscar.
- Sua estética é moldada pela Cabana do Pai Tomás, refletindo a cultura local mineira.
- Entre suas obras mais conhecidas estão Cabaré do Pai Tomás e O Belo Horizonte que Não Existe.
- O trabalho de Pafyeze valoriza elementos tradicionais, cores vibrantes e a identidade de Minas Gerais.
- Atualmente ele investe em projetos pessoais para levar a estética mineira a outras mídias e plataformas.
Alonso Pafyeze se consolidou como um nome ligado ao cinema nacional a partir de Belo Horizonte. Com mais de 25 anos de carreira, o diretor de arte mineiro já teve obras indicadas ao Oscar e revela uma estética cultivada na tradição cultural da cidade.
Nascido em BH, ele manteve uma relação estreita com a cultura local desde a faculdade de artes visuais, onde descobriu a paixão por cenários e ambientação. Ao longo da carreira, desenvolveu trabalhos em filmes, séries e peças publicitárias que valorizam a identidade mineira.
Entre as obras de maior destaque, estão produções associadas às referências locais, incluindo Cabar é do Pai Tomás e O Belo Horizonte que Não Existe. Seus projetos costumam combinar elementos tradicionais, cores vibrantes e referências da cultura regional.
Investimento em projetos pessoais
Nos últimos tempos, Pafyeze vem direcionando esforços para projetos pessoais, buscando novas formas de expressão artística além do cinema. O objetivo é ampliar a presença da estética de Minas Gerais em outras mídias e plataformas.
Segundo o artista, Belo Horizonte permanece como fonte de inspiração inesgotável. Ele pretende mostrar a riqueza da cultura local ao público global, mantendo o foco na identidade mineira sem perder a qualidade técnica de seus trabalhos.
A influência da cultura de Belo Horizonte fica evidente em cada detalhe de suas obras, que refletem a essência da cidade e de seu povo. Alonso Pafyeze é uma referência da arte mineira no cenário nacional e internacional.
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