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Descentralizar produções audiovisuais do eixo Rio-SP, diz Pandolfo

Pandolfo defende descentralizar produções audiovisuais; filme é gravado no Recôncavo Baiano e estreia em 21 de maio

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  • Rodrigo Pandolfo estrela a comédia Quem Tem Com Que Me Pague, Não Me Deve Nada, que estreia em 21 de maio.
  • O filme foi filmado no Recôncavo Baiano e é dirigido por Ary Rosa e Glenda Nicácio.
  • A trama acompanha um diretor de cinema paulista em dificuldade financeira, que busca reaver o sucesso com a ajuda de um cantor baiano de pagotrap, interpretado por Renan Motta.
  • Pandolfo defende a descentralização da produção audiovisual, destacando a Bahia como exemplo de diversidade cultural fora do eixo Rio-São Paulo.
  • O enredo aborda arrogância intelectual, preconceito e a pluralidade da cultura brasileira, mesclando emoção e humor.

O ator Rodrigo Pandolfo divulga detalhes do novo longa brasileiro Quem Tem Com Que Me Pague, Não Me Deve Nada, que estreia em 21 de maio. O filme foi rodado no Recôncavo Baiano e tem direção de Ary Rosa e Glenda Nicácio. Pandolfo interpreta um diretor de cinema paulista em dificuldades financeiras, empenhado em reproduzir os seus antigos sucessos.

A história acompanha a busca por recursos para mudar de vida por meio de um cantor baiano de pagotrap, interpretado por Renan Motta. A produção busca mostrar uma relação entre o eixo Rio-São Paulo e a diversidade cultural do Brasil, com foco na Bahia como cenário.

Descentralização da produção

Pandolfo afirma que é fundamental descentralizar as produções audiovisuais e sair do eixo tradicional Rio-São Paulo. O ator, gaúcho, celebra a oportunidade de trabalhar em um projeto majoritariamente baiano e ressalta a alegria de explorar outros cenários.

O enredo aborda arrogância intelectual, preconceito e a pluralidade da cultura brasileira. Os diretores Ari Rosa e Glenda Nicácio são apontados como responsáveis por equilibrar o humor com momentos de emoção, mantendo o tom leve sem perder a profundidade.

Temas e objetivos do filme

O filme utiliza a comédia para provocar reflexão sobre a vida em grandes centros, o ritmo de carreira e a importância das relações afetivas. A dupla de diretores é elogiada pela sensibilidade, capaz de conduzir cenas que combinam prazer de rir com emoção.

Pandolfo destaca a importância de valorizar a comédia como gênero nacional, ressaltando o senso de humor brasileiro e a preferência do público por produções que tragam calor humano, sem abrir mão da qualidade técnica. A produção mistura identidades regionais com uma abordagem universal.

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