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Filmes vencedores do Oscar custaram menos que ‘Dark Horse’, aponta lista

Orçamento de Dark Horse, em torno de R$ 134 milhões, supera o custo de várias obras premiadas e indicadas ao Oscar nas últimas décadas

Jim Caviezel como Jair Bolsonaro no filme 'Dark Horse'
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  • Dark Horse teve orçamento total negociado de cerca de R$ 134 milhões (aprox. US$ 24 milhões), sendo mais caro que várias produções brasileiras recentes que disputaram o Oscar.
  • Dois filmes que representaram o Brasil no Oscar tiveram orçamentos menores: Ainda Estou Aqui (cerca de R$ 45 milhões) e O Agente Secreto (cerca de R$ 45 milhões).
  • O texto traz uma lista de dez filmes que custaram menos que Dark Horse, com os valores atualizados pelo IPCA.
  • Entre os exemplos estão O Agente Secreto, Valor Sentimental, Train Dreams, Amores Materialistas, Ainda Estou Aqui, A Substância, Conclave, Priscilla, Lula – O Filho do Brasil e W.
  • O artigo ressalta que Dark Horse é significativamente mais caro do que várias produções premiadas ou indicadas ao Oscar nas últimas duas décadas.

O filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro, apresentou um valor total negociado de aproximadamente R$ 134 milhões, conforme apurado. Parte desse montante, cerca de R$ 61 milhões, foi vinculada a Daniel Vorcaro, do Banco Master, para financiar a obra. O empreendimento, segundo a reportagem, é mais caro que várias produções nacionais recentes que concorreram ao Oscar.

O orçamento total coloca Dark Horse em posição de destaque entre longas brasileiros, superando filmes já reconhecidos pela indústria. Entre eles, Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, e O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, que participaram das últimas edições do Oscar.

De acordo com o levantamento, Dark Horse custa mais que títulos que já foram premiados ou bem avaliados globalmente, quando ajustados pela inflação pelo índice IPCA. A comparação envolve produções nacionais e estrangeiras com trajetórias distintas.

A apuração destaca ainda o peso financeiro envolvido na cinebiografia de uma figura política de destaque, contrastando com gastos de outras obras que obtiveram reconhecimento internacional. O saldo financeiro é apresentado apenas como dado de mercado, sem julgamento.

Mudança de tema: lista de produções que custaram menos

A seguir, veja filmes que tiveram orçamentos inferiores ao de Dark Horse, com valores atualizados pelo IPCA.

  • “O Agente Secreto”, de Kléber Mendonça Filho (2025): orçamento próximo de R$ 45 milhões.
  • “Valor Sentimental”, de Joachim Trier (2025): cerca de US$ 7,8 milhões, ~R$ 41,3 milhões.
  • “Train Dreams”, de Clint Bentley (2025): orçamento por volta de US$ 10 milhões, ~R$ 53 milhões.
  • “Amores Materialistas”, de Celine Song (2025): US$ 20 milhões, próximo a R$ 100 milhões.
  • “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles (2024): orçamento de R$ 45 milhões.
  • “A Substância”, de Coralie Fargeat (2024): US$ 17,5 milhões, ~R$ 101 milhões.
  • “Conclave”, de Edward Berger (2024): US$ 20 milhões, ~R$ 115 milhões.
  • “Priscilla”, de Sofia Coppola (2023): US$ 20 milhões, ~R$ 112 milhões.
  • “Lula – O Filho do Brasil”, de Fábio Barreto e Marcelo Santiago (2009): orçamento superior a R$ 17 milhões na época, hoje ~R$ 42,8 milhões.
  • “W.”, de Oliver Stone (2008): orçamento de US$ 25 milhões, hoje ~R$ 125 milhões.

A lista demonstra a diferença entre projetos nacionais e produções internacionais, bem como a variação de custos ao longo do tempo. Os valores ajustados ajudam a entender o peso financeiro de cada obra no mercado brasileiro. As informações seguem o contexto de comparação sem atribuir avaliações subjetivas.

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