- Estreia nesta quinta-feira nos cinemas o filme O Rei da Internet, com João Guilherme no papel do hacker Daniel Nascimento, baseado em uma história real.
- A trama acompanha um adolescente que se torna um dos maiores hackers do país, entra para uma organização criminosa que movimenta milhões e é alvo de uma operação da Polícia Federal antes dos 17 anos.
- O filme é dirigido por Fabrício Bittar; Marcelo Serrado interpreta o chefe da quadrilha, com elenco que inclui Debora Ozório, Eri Johnson, Clarissa Muller e Kaik Pereira.
- João Guilherme divulgou que conheceu o personagem para a preparação, baseado no livro DN Pontocom, e comentou sobre a exposição e o impacto da internet na vida pessoal.
- Classificado para maiores de 18 anos, o longa traz cenas de sexo e nudez, que, segundo o ator, são coreografadas e ocorrem apenas com consentimento e conforto de todos.
Nesta quinta-feira (14) chega aos cinemas O Rei da Internet, dirigido por Fabrício Bittar. João Guilherme vive o hacker Daniel Nascimento, em uma trama baseada em uma história real sobre um adolescente que entra para uma organização criminosa e é alvo de uma operação da Polícia Federal antes dos 17 anos.
O filme acompanha a escalada de Daniel, que se torna um dos maiores hackers do país e movimenta milhões. O elenco inclui Marcelo Serrado como o chefe da quadrilha, ao lado de Debora Ozório, Eri Johnson, Clarissa Muller e Kaik Pereira.
Dirigido por Fabrício Bittar, o longa retrata o impacto da fama precoce na vida do protagonista. A história é inspirada em casos reais de tecnologia, crime organizado e controle de informações.
Bastidores e construção do personagem
Para construir o personagem, João Guilherme conheceu Daniel, hoje empresário e consultor de segurança digital, e trocou experiências com ele. Em 2014, Daniel lançou o livro DN Pontocom, referência para a preparação do ator.
O ator relata que precisou entender as motivações do jovem para moldar o interno que o público vê na tela. Segundo João, o processo envolveu entrevistas e análises de reportagens para compor a figura na câmera.
Questionado sobre a exposição online, João afirma que a profissão exige presença digital, mas que prefere momentos mais offline. Ele destaca que a internet molda a rotina de divulgação, com preferências por menos tempo conectado.
Anos 2000 e estética da narrativa
Ambientado no início dos anos 2000, o filme aposta em uma estética nostálgica com internet discada, celulares antigos e computadores com disquetes. O figurino teve papel decisivo na ambientação do ambiente retratado.
O próprio João participou da construção visual, ajudando a selecionar peças que definem o universo da época. Entre os itens marcantes, o ator cita relógio e camisas polo, símbolos do estilo da época.
A produção ressalta a necessidade de que todas as cenas de sexo e nudez estejam coreografadas e contadas com consentimento entre as partes. O elenco atua buscando realismo sem extrapolar limites.
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