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Daphne Bozaski abandona papel de mocinha e encara vilã em Três Graças

De mocinha a vilã em Três Graças, Daphne Bozaski destaca versatilidade e o desafio intenso de apontar uma arma para Maggye e Júnior

Daphne Bozaski relembra cenas que ficou ‘arrasada’ e ‘tremendo por dentro’ em Três Graças
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  • Daphne Bozaski deixou de interpretar mocinhas sofridas para viver a vilã Lucélia em Três Graças, que chega ao fim na sexta-feira, 15.
  • A atriz buscou o papel de antagonista para mostrar versatilidade após três personagens de perfil semelhante.
  • Ela afirma que manter o carisma de uma mocinha por meses é mais difícil do que atuar uma vilã, e que as falas cruéis exigem intensidade.
  • A cena em que aponta a arma para Maggye e Júnior foi a mais desafiadora e marcante para a atriz.
  • Entre as parceiras da novela, Daphne destaca Miguel Falabella e Gabriela Medvedovsky; elas vão atuar juntas em uma peça em São Paulo, em agosto.

Daphne Bozaski mudou de registro na televisão. A atriz, que começou na Globo como a inocente Benê de Malhação, agora vive a vilã Lucélia em Três Graças, que chega ao fim nesta sexta-feira, 15. A mudança ocorreu após quase dez anos de carreira, marcados por mocinhas que enfrentam dificuldades.

A intérprete revela ter buscado a anti-heroína para ampliar o leque de personagens e mostrar versatilidade. Em Três Graças, o desafio foi manter o carisma da personagem ao longo de meses, mesmo em situações antagônicas. A experiência também exigiu distanciamento emocional em cenas intensas.

A atriz descreve a preparação para uma das cenas mais difíceis: apontar uma arma para personagens coadjuvantes. O momento foi descrito como marcante e exaustivo, que exigiu foco e controle emocional para representar a violência sem perder a naturalidade.

Desafios de interpretar a vilã

Praticamente na linha de frente das cenas, Daphne conta que sustentar a personalidade maligna demandou esforço para não destoar do tom da trama. Ela reforça que enfrentar esse lado sombrio faz parte do amadurecimento artístico e abre portas para novas interpretações.

Parcerias e aprendizados

Entre as convivências na novela, a atriz destaca Miguel Falabella como uma experiência inspiradora, principalmente por acompanhar alguém com amplo conhecimento de atuação, direção e dramaturgia. Também elogia Gabriela Medvedovsky, com quem já atuou em projetos anteriores e planeja uma peça em São Paulo, prevista para agosto.

Raízes teatrais e vida pessoal

O caminho artístico de Daphne começou no teatro, influenciado pela atuação da mãe. Ela estudou balé e dança antes de se dedicar integralmente à atuação. O primeiro contato com audiovisual aconteceu em Que Monstro te Mordeu? (TV Cultura). O vínculo com o cenário teatral também favoreceu relações pessoais, incluindo o marido Gustavo Araújo, com quem trabalha em projetos futuros.

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