- Emilia Clarke disse ter acreditado que iria morrer após sofrer duas rupturas de aneurisma cerebral durante as gravações de Game of Thrones.
- O primeiro aneurisma aconteceu após concluir as gravações da primeira temporada, quando ela desmaiou na academia.
- O segundo aneurisma ocorreu em Nova York, durante uma apresentação na Broadway; houve cirurgia e, posteriormente, novo procedimento de emergência.
- Os médicos chegavam a dizer aos pais que havia risco de morte, e a atriz chegou a esconder a situação da equipe, informando apenas os criadores da série.
- Após o segundo episódio, ela relatou um fechamento emocional e uma mudança na forma de enxergar o mundo, tornando-se mais sensível.
Emilia Clarke revelou que chegou a acreditar que estava destinada a morrer após sofrer duas rupturas de aneurisma cerebral durante a sua atuação em Game of Thrones. A atriz, de 39 anos, abriu o relato durante o podcast How To Fail, conduzido por Elizabeth Day.
A primeira hemorragia ocorreu logo após o fim da primeira temporada da série, segundo o relato de Clarke. Ela descreveu que percebeu que algo estava errado ao desmaiar na academia durante um treino. A pressão no cérebro foi descrita pela atriz como algo semelhante a um elástico se rompendo.
Logo após a queda, Clarke conseguiu se arrastar até o banheiro e começou a vomitar pela dor intensa. Na época, a atriz precisava manter a continuidade da produção, o que tornou o quadro ainda mais desafiador.
Contexto de saúde e recuperação
A segunda ruptura aconteceu quando Clarke morava em Nova York, durante uma apresentação em uma peça da Broadway. Exames anteriores já tinham detectado o problema, e a artista passou por cirurgia. Contudo, houve necessidade de um novo procedimento de emergência após complicações na primeira operação.
Durante o período crítico, os pais da atriz eram informados com frequência sobre a gravidade do quadro. Clarke afirmou que, após a segunda hemorragia, houve um fechamento emocional provocado pela lesão cerebral.
A narrativa de Clarke também aborda o impacto psicológico da experiência. Ela mencionou que a percepção do mundo mudou após o episódio, com maior sensibilidade e dificuldade de olhar nos olhos das pessoas.
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