- Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro, pode se tornar a produção brasileira mais cara, com orçamento de R$ 61 milhões, conforme revelado pela The Intercept Brasil em fevereiro e maio de 2025, vinculando-se a um possível acordo de R$ 134 milhões com Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro.
- Se confirmado, o filme venceria títulos anteriores, como O Agente Secreto (R$ 28 milhões) e Ainda Estou Aqui (R$ 45 milhões).
- Entre biografias políticas já feitas, Getúlio (2014) ficou entre R$ 6 milhões e R$ 7 milhões; Lula – o Filho do Brasil (2009) teve R$ 12 milhões; Marighella (2019) ganhou R$ 10,1 milhões; Olga (2004) também teve R$ 12 milhões; Legalidade (2019) foi de R$ 3 milhões (valores atualizados até abril de 2026).
- Dark Horse foi gravado em Brasil, México e Estados Unidos, em língua inglesa, com direção de Cyrus Nowrasteh e participação de Jim Caviezel.
- A produção aborda a eleição de 2018, incluindo uma cena da facada em Juiz de Fora, e promete um thriller político sobre poder, mídia e fé.
O filme sobre Jair Bolsonaro, Dark Horse, pode se tornar a produção brasileira mais cara já vista. O orçamento arrecadado até agora, segundo apuração, atinge cifras expressivas no cinema nacional, com a produção envolvida em controvérsias que envolvem Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. A obra, dirigida por Cyrus Nowrasteh, faz parte de uma linha de cinebiografias políticas no Brasil.
Se confirmado, o montante pode superar produções anteriores sobre políticas brasileiras, como O Agente Secreto e Ainda Estou Aqui, consolidando Dark Horse entre os títulos mais onerosos já gravados no país. A trama acompanha Jair Bolsonaro durante as eleições de 2018, com cenas que incluem a facada sofrida pelo então candidato em Juiz de Fora (MG).
Dark Horse
O longa, estrelado por Jim Caviezel, retrata a vida pública de Bolsonaro e os bastidores da campanha de 2018. A produção foi gravada no Brasil, México e Estados Unidos no último trimestre de 2025, em inglês, com rígidas medidas de segurança para evitar vazamentos.
Getúlio
O filme Getúlio, de 2014, foca no segundo mandato de Getúlio Vargas e no seu suicídio em 1954. O orçamento estimado na época ficou entre 6 e 7 milhões de reais, valor que, ajustado pela inflação, fica entre 13,1 e 15,3 milhões de reais em abril de 2026.
Lula, o Filho do Brasil
Lula, o Filho do Brasil (2009) narra a trajetória de Lula até o cargo de presidente. O orçamento foi de 12 milhões de reais, com capital 100% privado, equivalente a cerca de 35,9 milhões de reais em 2026.
Marighella
Marighella (2019) conta a atuação de Carlos Marighella na ditadura militar. O orçamento na época foi de 10,1 milhões de reais, ajustado para 16,8 milhões em 2026, com financiamento via Fundo Setorial do Audiovisual e contrapartidas legais.
Olga
Olga (2004) retrata Olga Benário. O orçamento foi de 12 milhões de reais na época, configurando cerca de 47,8 milhões de reais em 2026, segundo dados de fontes de referência.
Legalidade
Legalidade (2019) aborda a mobilização de Leonel Brizola pela Constituição de 1961. O orçamento, estimado na época, foi de 3 milhões de reais, equivalente a 5 milhões de reais em 2026, com apoio de fontes públicas do audiovisual.
Notas finais
A comparação entre filmes biográficos de figuras políticas brasileiras revela variação significativa de orçamento ao longo dos anos. As cifras atuais de Dark Horse ainda dependem de confirmação final de fontes e ajuste formal entre as partes envolvidas. Fonte de referência para os valores atualizados é o conjunto de documentos e coberturas especializadas do setor.
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