- dark horse é cinebiografia sobre Jair Bolsonaro, com o ator norte‑americano Jim Caviezel no papel principal, com estreia prevista para setembro de 2026.
- o orçamento total de R$ 134 milhões pode tornar o longa o mais caro da história do cinema brasileiro.
- a polêmica envolve suposto pagamento de dívidas da produção: Flávio Bolsonaro cobra Daniel Vorcaro, que teria repassado R$ 61 milhões; o restante não foi transferido após a prisão dele, em 2025, na operação compliance zero.
- o senador afirma que não há recursos públicos e que o projeto é privado, sem uso da lei Rouanet.
- a GOUP Entertainment, produtora, nega ter recebido recursos de Vorcaro ou do Banco Master; parte da produção ocorre nos Estados Unidos, mas a empresa pertence a uma empresária brasileira.
O projeto Dark Horse, uma cinebiografia sobre Jair Bolsonaro, está no centro de uma polêmica financeira. Mensagens internas indicam cobrança de dívidas da produção por parte do senador Flávio Bolsonaro. O orçamento total é de aproximadamente R$ 134 milhões.
Envolvidos no caso aparecem Flávio Bolsonaro, Daniel Vorcaro e a GOUP Entertainment. Vorcaro é citado como ex-dono do Banco Master, com repasse de uma parcela de R$ 61 milhões. A filmagem acontece nos EUA, com parte da pós-produção também no país.
A produção aposta em patrocínio privado, sem uso da Lei Rouanet. A previsão de estreia é setembro de 2026, e a obra pode se tornar o filme brasileiro mais caro já feito. A empresa GoUp contesta ter recebido recursos de Vorcaro ou do Banco Master.
Financiamento e orçamento
A polêmica envolve cobranças de dívidas da produção, cuja origem ainda é debatida. A negociação é acompanhada pela equipe da produção, que sustenta a responsabilidade por recursos privados.
A história aponta para questionamentos sobre a origem dos recursos e o papel de parceiros financeiros. A defesa busca esclarecer o vínculo entre as partes e a aplicação dos recursos do projeto.
Posições oficiais
A GOUP Entertainment nega ter recebido qualquer recurso de Vorcaro ou do Banco Master. A empresa enfatiza que a produção é privada e não utiliza incentivos fiscais de cultura.
Por fim, as informações são baseadas em apuração da Gazeta do Povo, com informações complementares disponíveis na reportagem completa.
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