- Javier Bardem brilha na estreia de El Ser Querido, filme de Rodrigo Sorogoyen, em Cannes, sobre um cineasta famoso que se reencontra com a filha.
- A estreia traz Bardem em cena com a atriz Victoria Luengo; a sequência de abertura dura cerca de vinte minutos, em tempo real e com improvisação orientada.
- Kristen Stewart aparece em Full Phil, dirigido por Quentin Dupieux, ao lado de Woody Harrelson; a história se passa numa cidade com protestos dos coletes amarelos.
- Sheep In The Box, de Hirokazu Kore-eda, também entra em competição para Palma de Ouro; Kore-eda já ganhou o prêmio em 2018 e busca novo reconhecimento.
- Julianne Moore, em prêmio Women In Motion, pediu mais protagonismo feminino no cinema, destacando queda nos papéis de mulheres nas bilheterias e propondo ações para mudança.
Javier Bardem brilhou na estreia de El Ser Querido no Festival de Cannes, acompanhado de Kristen Stewart e Julianne Moore. O filme, dirigido por Rodrigo Sorogoyen, coloca Bardem como um cineasta famoso que reencontra a filha e a apresenta a um possível papel na sua obra.
A sequência inicial acompanha o reencontro entre pai e filha, interpretada por Victoria Luengo, em cerca de vinte minutos. Bardem descreveu a cena como rodada em tempo real, com base na improvisação, porém com direção clara.
Outro destaque de Cannes neste sábado foi Sheep In The Box, de Hirokazu Koreeda, que pode receber a Palma de Ouro. O filme aborda um casal que adota um robô idêntico ao filho falecido.
James Gray disputa a Palma com Paper Tiger, estrelado por Scarlett Johansson, Adam Driver e Miles Teller, que mostra dois irmãos buscando o sonho americano e entrando em uma rede ligada à máfia russa.
Kristen Stewart, ao lado de Woody Harrelson, protagoniza Full Phil, dirigido por Quentin Dupieux. O filme francês retrata um pai e uma filha em crise numa cidade tomada por coletes amarelos.
Fórum de igualdade de gênero
Julianne Moore, vencedora do Women In Motion, pediu união entre mulheres para aumentar a presença feminina nas telonas. Ela citou a queda de protagonismo feminino em grandes bilheterias e discutiu caminhos para mudança.
A atriz defendeu ações constantes, uso de privilégios e contratação de mais mulheres como formas de ampliar a representatividade. Moore destacou que a atuação feminina precisa de aliança entre mulheres.
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