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Eduardo defende custo de filme sobre Bolsonaro como padrão de Hollywood

Eduardo Bolsonaro defende orçamento de R$ 134 milhões para filme sobre Jair Bolsonaro, afirmando que o valor é compatível com produções de Hollywood

Durante a entrevista, Eduardo justificou o custo da produção ao mencionar o envolvimento do diretor americano Cyrus Nowrasteh e do ator Jim Caviezel - (crédito: SAUL LOEB / AFP)
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  • Eduardo Bolsonaro defende o orçamento de 134 milhões de reais para o filme Dark Horse sobre Jair Bolsonaro, dizendo que o valor é baixo para projetos de Hollywood.
  • O ex-deputado cita a participação do diretor Cyrus Nowrasteh e do ator Jim Caviezel como justificativa para o custo.
  • Ele nega qualquer relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, classificando o acordo como provisório e antigo.
  • The Intercept Brasil revelou áudio em que Flávio Bolsonaro cobra parcelas do financiamento a Vorcaro, com repasses de ao menos 61 milhões de reais para o fundo Havengate Development Fund LP.
  • Flávio afirmou ter buscado patrocínio privado para o filme, sem dinheiro público ou Lei Rouanet, e disse ter conhecido Vorcaro em dezembro de 2024, após atrasos no pagamento.

Eduardo Bolsonaro defende o custo do filme sobre Bolsonaro e o compara ao padrão de Hollywood. O ex-deputado afirmou que os 134 milhões de reais previstos para Dark Horse não são excessivos para um projeto de grande porte, citando nomes envolvidos na produção.

Segundo ele, o orçamento reflete a participação do diretor americano Cyrus Nowrasteh e do ator Jim Caviezel, escolhido para interpretar Jair Bolsonaro. O ex-parlamentar argumenta que não seria viável um filme de menor investimento com um elenco desse nível.

Eduardo negou qualquer relação com o financiador Daniel Vorcaro. Ele classificou contratos divulgados pela imprensa como provisórios, sem contato direto com Vorcaro e sem uso de recursos públicos.

O Portal The Intercept Brasil divulgou áudio em que o senador Flávio Bolsonaro cobra do banqueiro o pagamento de parcelas do filme. A gravação teria ocorrido em novembro do ano passado, pouco antes da prisão de Vorcaro pela PF, em investigação de corrupção e lavagem de dinheiro.

Flávio Bolsonaro afirmou ter buscado patrocínio privado para o filme, sem favorecimento. Em declarações públicas, afirmou que o projeto envolve financiamento privado e não utiliza recursos públicos nem leis de incentivo.

Conforme as informações divulgadas, empresas ligadas a Vorcaro teriam repassado ao Havengate Development Fund LP, sediado no Texas e ligado a aliados de Eduardo, pelo menos 61 milhões de reais. O montante supera orçamentos de produções brasileiras recentes indicadas ao Oscar.

A reportagem também indica que as tratativas de patrocínio ocorreram antes de acusações públicas contra o banqueiro. As declarações de Flávio destacam que ele retomou contatos com Vorcaro para evitar atrasos na conclusão do longa.

Mudança de tema

  • Conteúdo financeiro e ligações entre financiadores
  • Controvérsias e desdobramentos legais

O material disponível sugere que o filme Dark Horse envolve recursos privados e controvérsias sobre patrocínios, sem confirmação de uso de dinheiro público. As informações transferidas corroboram o debate sobre o financiamento e as tratativas comerciais do projeto.

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