- O diretor dinamarquês Nicolas Winding Refn, de Her Private Hell, estreou o filme no Festival de Cannes e participou de painel durante a exibição.
- Refn relatou uma crise cardiovascular há cerca de três anos, foi declarado morto e ficou desacordado por cerca de vinte e cinco minutos.
- Ele disse ter sido salvo por uma intervenção médica que reestabeleceu a circulação e chegou a chamar o médico de “Tom Cruise”.
- Em entrevista ao Screen Rant, afirmou ter recebido uma segunda chance e que, antes, acreditava ter encerrado a carreira.
- Her Private Hell recebeu sete minutos de aplausos na estreia em Cannes e acompanha a história de uma atriz em decadência e sua relação com o pai.
O diretor dinamarquês Nicolas Winding Refn emocionou o público em Cannes ao relembrar uma emergência de saúde ocorrida há cerca de três anos. O painel aconteceu durante a sessão de estreia do filme de terror Her Private Hell, exibido no Festival de Cinema de Cannes, nesta segunda-feira 18.
Refn relatou que sofreu um grave problema cardiovascular que levou médicos a declararem sua morte. Ele ficou desacordado por aproximadamente 25 minutos, até ser reanimado. A situação, segundo ele, ocorreu de forma inesperada durante o quadro clínico.
O cineasta elogiou a equipe médica que o salvou, mencionando ter recebido uma segunda chance. Em tom emocionado, afirmou que quase encerrou a carreira antes de retornar à vida, vendo nisso uma oportunidade de fazer algo positivo.
Her Private Hell marcou o retorno de Refn à direção de um longa após 10 anos. O filme recebeu sete minutos de aplausos no Cannes, na ocasião de sua estreia, segundo relatos da plateia.
A obra acompanha uma atriz em decadência e a relação conturbada com o pai após o casamento dele com a melhor amiga. Um elemento misterioso também compõe a narrativa, segundo a sinopse discutida no evento.
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