- Miles Teller afirmou que a sequência de Michael já está em desenvolvimento e que mudanças no roteiro foram necessárias após o desempenho bilionário da cinebiografia.
- O filme Michael ultrapassou a marca de US$ 700 milhões na bilheteria mundial desde a estreia em 24 de abril, com US$ 577 milhões nos primeiros três semanas (US$ 240,4 milhões nos EUA e US$ 336,88 milhões no exterior).
- Teller interpreta o advogado John Branca, coexecutor do testamento de Michael Jackson; Jaafar Jackson é o ator no papel principal.
- O terceiro ato do longa original precisou ser refeito, e a equipe está trabalhando para concluir a narrativa da sequência.
- Entre as cinebiografias musicais, Michael figura entre as de maior sucesso, ficando atrás apenas de Bohemian Rhapsody, e está entre os poucos lançamentos de 2026 a superar US$ 700 milhões globalmente.
Miles Teller fala sobre a possível sequência de Michael, cinebiografia de Michael Jackson, que já acumulou mais de US$ 700 milhões em bilheteria mundial desde a estreia em 24 de abril. O ator confirmou que a produção da sequência já está em andamento e que ajustes foram feitos após o sucesso do primeiro filme.
O filme Michael é estrelado por Jaafar Jackson, sobrinho de Jackson, como protagonista. Teller interpreta John Branca, advogado e coexecutor do espólio do artista, papel-chave na narrativa. A trama acompanha a ascensão do cantor até os anos 80, encerrando em 1988, sem abordar as controvérsias posteriores.
A equipe de produção trabalha para ampliar a história na sequência, com mudanças no roteiro que alteraram a estrutura do longa original. O terceiro ato, em particular, foi refeito para alinhá-lo a um desenvolvimento narrativo mais amplo.
Sequência em desenvolvimento
Segundo fontes envolvidas, a equipe está dedicada a fechar a nova obra com foco em consolidar o arco do cantor. Ainda não houve confirmação de datas ou detalhes de elenco para o próximo filme, mas o estúdio mantém o andamento do projeto.
No levantamento de bilheteria, Michael atingiu cerca de US$ 577 milhões nas primeiras três semanas, sendo US$ 240,4 milhões nos EUA e US$ 336,88 milhões no exterior. O desempenho manteve o filme entre os mais bem-sucedidos do ano.
Com o desempenho global, a cinebiografia já figura entre os maiores sucessos do gênero, ficando atrás apenas de Bohemian Rhapsody, de 2018, em receita mundial. A produção continua como referência de performance entre lançamentos musicais.
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