- Em Cannes, Nicolas Winding Refn revelou ter ficado 25 minutos sem vida em 2023, após diagnóstico de coração que vazava e necessidade de cirurgia.
- Segundo ele, os pulmões se enchiam de sangue, foi informado de que provavelmente não sobreviveria e foi operado duas semanas depois.
- Refn brincou que o cirurgião era Tom Cruise e que o reanimou com eletricidade, em tom de humor contido.
- A experiência o fez repensar a carreira e a vida, dizendo ter recebido uma segunda chance de Deus para fazer o bem.
- No evento, estreou Her Private Hell, seu primeiro trabalho em dez anos, enquanto Minotaur, de Andrei Zvyagintsev, também teve sessão em Cannes.
Nicolas Winding Refn, diretor dinamarquês conhecido por Drive, revelou em Cannes um episódio de quase morte vivido em 2023. O cineasta falou sobre uma cirurgia cardíaca após descobrir um “coração vazando” durante uma viajem de rotina.
Segundo Refn, os pulmões dele começaram a sangrar e ele foi informado de que talvez não pudesse sobreviver. Duas semanas depois, passou por operação. Ele disse que o fato mudou sua visão sobre carreira e vida pessoal, de forma profunda.
Em Cannes, o diretor apresentou Her Private Hell, seu novo thriller, com estreia marcada para a semana. O filme trata de uma atriz em crise, com um enredo de assombrações familiares e vingança.
Refn contou ainda que o episódio o fez sentir que recebeu uma segunda chance de Deus e que poderia recomeçar a partir de então. O relato emocionou parte da imprensa presente no festival.
Acompanhando a agenda de Cannes, também foi lançada a repercussão de Minotaur, novo drama de Andrei Zvyagintsev. O filme é o retorno do diretor russo após quase uma década sem produções no festival.
Minotaur aborda temas de conflito e saúde, num contexto marcado por curiosidade e expectativa dos críticos. Zvyagintsev teve de enfrentar internação prolongada em 2021 devido a complicações da Covid.
O Cannes 2026 segue com a programação diversificada, incluindo projetos de cineastas que enfrentaram problemas de saúde. A cobertura aponta para um retorno de Refn e um retorno gradual de Zvyagintsev ao circuito de grandes festivais.
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