- A novela Quem Ama Cuida, escrita por Walcyr Carrasco e Claudia Souto, estreou na Globo na noite de 18 de maio.
- Nas redes, houve elogios ao enredo e à fotografia, com comparações à antecessora Três Graças e críticas a algumas escolhas criativas.
- O lançamento chamou atenção para a diferença social entre ricos e pobres já no primeiro capítulo, com cenas de joias e uma personagem em enchente.
- Também houve críticas sobre possíveis imprevistos de produção, a saída de Jesuíta Barbosa e a sensação de que Chay Suede e Isabel Teixeira repetem papéis.
- O enredo acompanha Adriana, fisioterapeuta viúva que perde o marido na enchente e, sem saber o que fazer, cruza com Pedro, advogado ligado a causas sociais.
A novela Quem Ama Cuida estreou na Globo na noite de segunda-feira, 18 de maio, sob autoria de Walcyr Carrasco e Claudia Souto. A trama chega com críticas positivas sobre enredo e fotografia e com comparações a Três Graças, sua antecessora. O contexto de estreia inclui críticas pontuais a escolhas criativas.
A história acompanha Adriana, uma fisioterapeuta que enfrenta demissão e uma enchente que destrói sua casa. O marido, Carlos, interpretado por Jesuíta Barbosa, morre na tragédia, deixando Adriana viúva e responsável pelos que ama. Ela busca seguir em frente em meio ao sofrimento.
Adriana decide pedir apoio em um abrigo, onde cruza com Pedro, um advogado ligado a causas sociais e às desigualdades. O encontro é breve, mas revela o encontro de mundos diferentes em uma cidade marcada por diferenças sociais. A fotografia da produção recebe elogios.
Na discussão nas redes, telespectadores elogiaram a crítica social e a ambientação, enquanto outros comentaram comparações com Três Graças e apontaram escolhas criativas questionáveis. O elenco inclui Letícia Colin, Chay Suede e Isabel Teixeira, cujas atuações também são tema de debate.
Critérios de avaliação apontam que a narrativa enfatiza desigualdades visíveis na cidade, com a enchente servindo como gatilho para revelar realidades distintas. A produção busca equilíbrio entre drama pessoal e alerta social, mantendo o tom jornalístico da estreia.
Recepção e críticas
A repercussão inicial destaca o impacto visual e o forte contraste entre os mundos dos personagens. A trama mantém o foco em sobrevivência, empatia e rede de apoio, sem abandonar a análise social. A princípio, a narrativa é apresentada de forma objetiva.
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