- Flávio Bolsonaro divulgou, na tarde de terça-feira, 19, o primeiro trailer do filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro, com cerca de dois minutos e meio de duração.
- O vídeo traz cenas inéditas e sugere apoio às paranoias comuns entre bolsonaristas, destacando a ideia de que Adélio Bispo de Oliveira agiu sob ordens do “partido no poder”.
- No filme, o ator Esai Morales vive Paulo Pontes, que contrata um assassino de aluguel para atender a “sócios” misteriosos que querem ver Bolsonaro derrotado; o diálogo acompanha tom de thriller.
- Na vida real, a Polícia Federal (PF) informou que Adélio agiu sozinho e ele permanece na Penitenciária Federal de Campo Grande (MS); ele afirmou ter agido “a mando de Deus” à polícia.
- O trailer também acusa uma conspiração midiática contra o ex-presidente, hoje condenado a 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe e outros crimes, com a última fala: “Isso ainda não acabou”.
A dupla de divulgação do trailer oficial do filme Dark Horse gerou reação no cenário político. O material de cerca de dois minutos e meio foi lançado na tarde de terça-feira, 19, por Flávio Bolsonaro. O enredo se concentra na cinebiografia de Jair Bolsonaro e traz cenas inéditas do longa.
No trailer, a narrativa foca em teorias de conspiração associadas a bolsonaristas, sugerindo que Adélio Bispo de Oliveira agiu por ordens de um grupo no poder. A produção apresenta o personagem Paulo Pontes, interpretado por Esai Morales, contratado para um assassinato com motivações ligadas a interesses ocultos.
A realidade do atentado de 2018 é mencionada pela ausência de vínculo entre o crime e motivações políticas explícitas, com investigações da Polícia Federal apontando que o autor agiu sozinho. Adélio Bispo de Oliveira permanece preso no Mato Grosso do Sul.
O trailer também retrata Jair Bolsonaro como alvo de uma conspiração midiática, e o ex-presidente aparece como alguém protegido por uma força superior. A produção sugere que ataques anteriores deveriam ser deslegitimados, mantendo o tom de triunfo.
Enquanto o filme provoca polêmica, surgem ligações com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, o que amplia a controvérsia sobre a relação entre a produção e atores externos. O enredo termina com a frase anunciando que a disputa não terminou.
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