- Pedro Almodóvar chamou Trump, Netanyahu e Putin de monstros durante coletiva em Cannes.
- O diretor vestiu broche com a inscrição “Palestina livre” e disse que a Europa deve atuar como escudo contra líderes que desrespeitam o direito internacional.
- Ele afirmou que “Trump deveria saber que há um limite para seus delírios”.
- Almodóvar apresentou em Cannes o filme Natal Amargo, que concorre à Palma de Ouro; é a sétima vez que ele disputa o prêmio.
- Dias antes, o ator Javier Bardem também criticou Trump, Putin e Netanyahu no festival, associando-os a uma masculinidade tóxica que, segundo ele, causa milhares de mortes.
Pedro Almodóvar falou em Cannes durante a coletiva de imprensa sobre o festival e o filme Natal Amargo, que compete pela Palma de Ouro. O diretor espanhol criticou Trump, Netanyahu e Putin, chamando-os de monstros.
Usando um broche com a inscrição Palestina livre, ele enfatizou a responsabilidade de artistas de se posicionarem diante de conflitos e violações no cenário internacional, defendendo clareza ao tratar dos problemas.
Natal Amargo, que chega aos olhos do público no festival, acompanha a crise criativa de um cineasta. Esta é a sétima participação de Almodóvar no principal prêmio de Cannes.
Dias antes, o ator Javier Bardem também criticou os mesmos líderes em Cannes, associando-os a uma masculinidade tóxica responsável por inúmeras mortes.
Almodóvar afirmou que a Europa precisa atuar como um escudo diante de dirigentes que desrespeitam o direito internacional, reforçando a ideia de limites aos delírios dos líderes.
A fala ocorre no momento em que o festival recebe debates sobre políticas internacionais e a responsabilidade de artistas na expressão pública durante eventos culturais.
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