- Esai Morales interpreta o vilão Paulo Pontes em Dark Horse, filme que retrata a trajetória de Jair Bolsonaro rumo à presidência.
- O roteiro vazado nas redes mostra Pontes como o mandante da tentativa de assassinato contra Bolsonaro durante a campanha de 2018.
- Morales já atuou em Titãs como Slade Wilson, o Exterminador, e também participou de dois filmes da franquia Missão: Impossível.
- O áudio divulgado pelo The Intercept envolve Flávio Bolsonaro cobrando pagamentos a Daniel Vorcaro para a produção do filme, com cerca de R$ 61 milhões supostamente destinados ao projeto.
- Dark Horse tem estreia prevista para 11 de setembro.
Esai Morales será o vilão Paulo Pontes em Dark Horse, filme que retrata a trajetória de Jair Bolsonaro até a eleição de 2018. O personagem, segundo o roteiro vazado, é o principal arquiteto da trama que busca evitar a vitória do ex-presidente.
Morales, 63 anos, nasceu em Nova York e tem raízes porto-riquenhas. O ator iniciou a carreira em 1982 e ganhou destaque em La Bamba, ainda que sua trajetória tenha passado por papéis em TV e em filmes de menor expressão ao longo dos anos.
Nos últimos anos, o ator passou a integrar elencos de obras de maior destaque, como Titãs, em 2019, onde viveu Slade Wilson, o Exterminador, da DC. Também atuou nos dois últimos filmes da franquia Missão: Impossível, no papel de Gabriel.
Contribuição do elenco e ligação com produções anteriores
A produção de Dark Horse ganhou atenção após revelar diálogos envolvendo atores e figuras políticas. Um áudio divulgado pelo The Intercept traz Flávio Bolsonaro, hoje pré-candidato, cobrando pagamento de um investidor para a realização do filme. A soma mencionada é de cerca de R$ 61 milhões.
O suposto favorecimento envolve Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que estaria ligado à produção. As informações foram compiladas a partir do material vazado, que está sendo analisado pela imprensa. Não houve confirmação oficial sobre os valores ou sobre o uso dos recursos.
Dark Horse tem estreia prevista para 11 de setembro. A data marca o desfecho de uma realização que mistura ficção com personagens reais, gerando debate sobre o tratamento de temas políticos na ficção cinematográfica.
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