- O último episódio de The Boys, exibido na quarta-feira, 20, encerrou a quinta temporada com o vilão Homelander/Capitão Pátria e fez uma sátira a Elon Musk.
- Na trama, Homelander matou o presidente dos Estados Unidos, assumiu o poder e ingeriu um vírus que o tornou imortal, levando-o a acreditar que é destinado a ser Deus.
- Oh Father apresenta Günter Van Ellis, descrito como o homem mais rico do mundo, astronauta amador e pai de dezessete filhos, referências diretas a Musk.
- Ellis é apresentado como alguém capaz de mobilizar outros bilionários para apoiar Homelander, promovendo o encontro em uma sala da Casa Branca.
- Homelander não vê necessidade de manter o bilionário e o remove do voo, dizendo apenas que o levou ao espaço; a cena ocorre após a reunião.
O último episódio de The Boys, exibido na quarta-feira, terminou com o desfecho de Homelander/Capitão Pátria e uma sátira a Elon Musk. A cena envolve poder absoluto e uma crítica velada aos bilionários que apoiam regimes autoritários.
No clímax, o Capitão Pátria mata o presidente dos EUA, assume o controle do país e adota um vírus que o torna imortal, ampliando a crença de que é destinado a ser Deus. A trama utiliza o humor ácido para questionar o papel de poderosos.
Oh Father apresenta Günter Van Ellis, apresentado como o homem mais rico do mundo, astronauta amador e pai de dezessete filhos. A personagem serve para discutir a influência de grandes fortunas na política e na fé.
Ellis é descrito como empresário de exploração espacial, com boné que diz “nós acreditamos em Homelander”. No roteiro, ele propõe mobilizar apoiadores bilionários para fortalecer a base de apoio ao Capitão Pátria, numa reunião na Casa Branca.
A cena sugere paralelos com figuras reais da indústria tecnológica, incluindo referências indiretas à figura de Elon Musk, proprietário da SpaceX e pai de diversos filhos. A produção utiliza esse simbolismo para criticar o vínculo entre riqueza e poder.
Homelander, porém, demonstra pouca inclinação para negociar com Ellis e parte em voo abrupto, sem demonstrar interesse em alianças. De volta à sala, ele desqualifica a necessidade de cativar o bilionário, mantendo o tom de deboche.
No retorno à narrativa, Oh Pai comenta o encontro como um passo para ampliar a influência dos ricos na fé e na adesão ao líder antagonista. A cena reforça a leitura crítica da série sobre o papel de fortunas na política.
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