- Netflix lança Brasil 70: A Saga do Tri, série que recria os bastidores da seleção brasileira no caminho rumo ao tricampeonato de 1970, com estreia em 29 de maio.
- As gravações aconteceram em Carapicuíba, com o Estádio Niterói virando o Estádio Azteca, além de cenas em Santos, São Vicente e no México.
- O elenco mistura atuação e futebol, com Lucas Agrícola interpretando Pelé e Gui Ferraz interpretando Jairzinho; o elenco passou por seleção rigorosa de atletas que também soubessem jogar.
- A narrativa aborda demissão de João Saldanha, conflitos com Pelé e o contexto da ditadura, buscando mostrar o futebol “de verdade” nos bastidores.
- A seleção de 1970 teve campanha perfeita: seis jogos, seis vitórias e dezenove gols marcados, que culminaram no título no México.
A Netflix lançou Brasil 70: A Saga do Tri, série que recria os bastidores da campanha da seleção brasileira rumo ao tricampeonato mundial de 1970. As cenas principais foram gravadas no Estádio Niterói, em Carapicuíba, que serviu como cenário do Estádio Azteca, no México, durante as filmagens. A estreia está marcada para 29 de maio.
A produção mostra os bastidores da equipe nacional, incluindo episódios como a demissão de João Saldanha e o relacionamento com Pelé, além de contextualizar a ditadura militar na época. A abordagem busca retratar o futebol com foco histórico e documental, mantendo o ritmo de hard news.
Atores e técnica compõem o núcleo da série. Lucas Agrícola interpreta Pelé, com descrições de uma atuação que impressiona pela semelhança e pela condução serena. Gui Ferraz interpreta Jairzinho, e Fillipe Soutto relembra Gerson. A seleção de elenco passou por seleção rígida, com treino específico de futebol para os papéis.
A direçãoTH, liderada por Paulo Morelli, reuniu profissionais com experiência em cinema e televisão. O objetivo foi equilibrar atuação e habilidade com a bola, descartando nomes apenas por talento dramático sem preparo físico para as jogadas. O conjunto busca fidelidade aos lances históricos.
Entre os bastidores, os produtores descrevem a preparação como um desafio técnico. Carrinhos movidos por motores de motos percorrem a lateral do campo a velocidades de até 40 km/h para reproduzir as jogadas com realismo. Imagens de drones e câmeras em movimento complementam a visão próxima dos jogadores.
A equipe também recria elementos da transmissão televisiva da época, com tratamento de imagem que remete aos arquivos do México 1970. Em cenas que simulam a celebração do título, a produção filmou em Carapicuíba o momento de comemoração que, no filme, remete ao estádio Azteca.
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