- A Lionsgate confirmou que há uma sequência da cinebiografia de Michael Jackson em produção, mas o filme pode não seguir a mesma ordem cronológica do primeiro.
- O segundo longa deve ser “incrivelmente divertido” e buscar atrair o público global, segundo o presidente da divisão de filmes, Adam Fogelson.
- O filme Michael, de 2026, teve desempenho histórico, ultrapassando setecentos milhões de dólares em arrecadação global.
- Entre vinte e cinco e trinta por cento do material já gravado para o primeiro filme será aproveitado no novo projeto.
- A produção envolve questões legais passadas, como o acordo de cerca de vinte e cinco milhões de dólares com Jordan Chandler em noventa e três, com pedidos de refilmagens que teriam atingido até quinze milhões de dólares.
A sequência da cinebiografia de Michael Jackson está em produção, conforme confirmou Adam Fogelson, chefe da divisão de filmes da Lionsgate, nesta sexta-feira, 22. O novo longa pode não seguir a ordem cronológica do primeiro filme, segundo o executivo. A obra anterior, lançada em 2026, superou US$ 700 milhões em arrecadação global.
Fogelson disse à Variety que as conversas com as partes envolvidas seguem muito bem. Ele reforçou a intenção de entregar um filme que atraia o público global, com a possibilidade de explorar eventos não abordados no primeiro longa. A ideia é manter o tom de biografia musical sem se prender à linha do tempo anterior.
A produção poderá utilizar material já gravado que não entrou no corte final. Segundo o executivo, entre 25% e 30% do segundo filme já estaria rodado. A expectativa é que esse conteúdo traga ganhos financeiros adicionais, sem comprometer uma abordagem grandiosa para o público.
Durante as filmagens, paixões antigas e entraves surgiram
O produtor Graham King, vencedor do Oscar por Bohemian Rhapsody, sinalizou desde 2019 a intenção de levar a história de Jackson às telas. As filmagens, porém, sofreram atrasos relacionados a acusações de abuso sexual infantil, que envolveram o artista na época.
Em 1993, Jordan Chandler acusou Jackson de abuso e houve um acordo de cerca de US$ 25 milhões. Uma cláusula do acordo proibia menção aos Chandler em filmes sobre Jackson, o que exigiu debates sobre reescritas de roteiro. Pessoas ligadas à família Jackson teriam desembolsado até US$ 15 milhões em refilmagens para contornar restrições.
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